Moralista...
Pouco a pouco vou conhecendo mais da obra do grande Camilo Castelo Branco, o escritor mais prolífero do Romantismo em Portugal. Desta vez, li outra de suas novelas sentimentais, Agulha em Palheiro (1863) que, embora não tenha me agradado tanto quanto Os Brilhantes do Brasileiro, soube ser simpática a seu modo. Pelo que tenho lido de Camilo, acredito que seu maior talento não era fabular tramas envolventes e impressionantes. Seus romances valem mais pela escrita notadamente marcada pelo estilo tão particular do autor. Há certa graça no narrador camiliano que infelizmente não envelheceu bem, e que só parecerá atrativa aos apreciadores de antiguidades, que nem eu... (para resenha completa, consulte link abaixo.)




