O Combate Espiritual e O caminho do Paraíso são dois clássicos de espiritualidade escritos pelo Pe. Lourenço Scupoli (1530-1610). Nesta edição, o leitor encontrará estas duas grandes obras em um único volume. "Tudo quanto este pequeno tratado ensina é doutrina Vossa, já que fostes Vós que nos ensinastes a desconfiarmos de nós mesmos e confiarmos em Vós, combatendo e orando sem cessar. Para o combate, é preciso um destemido chefe, que dirija a batalha e fortaleça o ânimo dos soldados, que lutam com maior ardor, quando guiados por um general invencível. O combate espiritual não terá, talvez, a mesma necessidade?" Pe. Lourenço Scupoli Um dos dirigidos do Pe. Scupoli foi o jovem conde Francisco de Sales, moço ilustre, a quem sorriam as esperanças da vida, mas que, aos sábios conselhos do Pe. Scupoli, desprezou as falácias terrenas e os brasões de sua aristocracia, dedicando-se todo a Deus. E o Santo Bispo de Genebra nunca esqueceu as excelentes lições de seu antigo diretor: os livros de São Francisco de Sales, máxime Filoteia, estão baseados nos conselhos que o Pe. Scupoli exara no livro O Combate Espiritual.
O Combate Espiritual e o Caminho do Paraíso -
Lourenço Scupoli
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Lorenzo Scupoli
Lourenço Scupoli (em italiano Lorenzo) nascido e batizado Francesco foi um sacerdote italiano, religioso e escritor, pertencente à Ordem dos Clérigos Regulares Teatinos. Escreveu o O Combate Espiritual, um dos clássicos da espiritualidade católica. Foi discípulo de Santo André Avelino. Tomou o nome de Lorenzo ao professar os votos perpétuos na Ordem dos Teatinos, onde ingressara em 1569. Foi ordenado sacerdote em 1577 e exerceu o seu ministério sacerdotal em Veneza, Milão e Roma dentre outras cidades da Itália. Travou conhecimento com Francisco de Sales em Pádua, quando ainda estudante. A sua obra O combate espiritual foi vivamente recomendada por Francisco de Sales. Em 1585 foi acusado injustamente de ter violado as regras de sua ordem religiosa. Ficou um ano preso e depois de solto foi-lhe vedado o exercício do sacerdócio e obrigado a exercer trabalhos braçais domésticos no convento onde residia. A tudo suportou com mansidão e humildade como oferecimento a Deus. A sua absolvição veio em 1610, próximo da sua morte. A primeira edição do combate espiritual foi em 1589 e por ocasião da sua morte já havia sido traduzida em diversos idiomas e reimpressa várias vezes.





