Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores8
    • Similares7
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Processo (eBook) -

    Oswald de Andrade

    Companhia das Letras
    2005
    267 páginas
    8h 54m
    ISBN-13: 9788580862737
    Português Brasileiro
    3.5
    3 avaliações
    Leram4Lendo0Querem3Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos0Desejados3Avaliaram3

    A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século XX acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias: as leis do arbítrio.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (7)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Thiago Germano Alves picture
    Thiago Germano Alves06/04/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Sofra a lentidão de um processo judicial.

    Relato opressivo e angustiante de um cidadão que se vê processado por uma estrutura judiciária confusa e corrupta. Retrata, naquele tempo, diversos problemas que vivemos até hoje na estrutura do poder. Infelizmente, muitos capítulos não foram finalizandos pelo autor, ou estão fora de ordem, o que entrega uma história falha de continuidade. Contudo, para aprimorar a crítica sobre a estrutura judiciária, colocando-se no lugar do processado que desconhece a prática forense, é um ótimo livro. Deve-se fazer a ressalva de que, a narrativa lenta, a burocracia, as dificuldades que surgem para que o protagonista resolva seu processo, devem ser entendidos como uma sensação que o autor quis impor ao leitor. Um norte interpretativo. Se você achar o livro chato, lento, que certas coisas demoram a acontecer, entenda: essa é a sensação do processado. Então, tenha empatia por ele. Acompanhe o processo, siga na história, sofra com o protagonista o peso de ser processado.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas67%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira  profile picture

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira

    Articulador e ativo participante do modernismo lançado em 1922, Oswald de Andrade foi o escritor mais rebelde de todo o movimento e o que mais tendeu, em sua prática, à formulação de utopias. Assumindo posturas radicais de esquerda, quis revolucionar não só a arte, mas também os costumes, as instituições e a vida social como um todo. De família rica, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo SP em 11 de janeiro de 1890. Iniciando-se no jornalismo em 1909, como crítico teatral, em 1912 viajou pela primeira vez à Europa, de onde voltou com uma estudante francesa, Kamiá, a primeira de suas várias mulheres, e novidades de vanguarda como o "Manifesto futurista" de Marinetti. Bacharel em direito (1918), tornou-se amigo de Mário de Andrade, a quem lançou pelo Jornal do Comércio através do artigo "O meu poeta futurista". Em 1923, passou nova temporada na Europa, vivendo com a pintora Tarsila do Amaral, com quem mais tarde formalizaria o casamento. Lá conheceu importantes renovadores das linguagens artísticas, como Picasso, Blaise Cendrars, Erik Satie, Léger, Cocteau e Brancusi. Em 1924, publicou Memórias Sentimentais de João Miramar, um de seus livros mais conhecidos, e o "Manifesto da poesia pau-brasil", de ampla repercussão. Em Paris publicou Poesia pau-brasil (1925). Após viajar pelo Oriente Médio, retomou em São Paulo a atividade jornalística e lançou A estrela de absinto (1927; um dos romances da Trilogia do exílio). Colaborador assíduo dos principais veículos da pregação modernista, como as revistas Klaxon e Verde, fundou em 1928, com Raul Bopp e Antônio de Alcântara Machado, a Revista de Antropofagia, que já em seu número inicial divulgou um dos textos mais polêmicos de Oswald, o "Manifesto antropófago". Dissidente, a essa altura, do grupo mais ligado a Mário de Andrade, lançou nesse texto, "contra todos os importadores de consciência enlatada", um de seus lemas de maior futuro: "Tupy or not tupy, that is the question." Em 1931, ingressou no Partido Comunista Brasileiro e começou a escrever sobre política. Separado de Tarsila e vivendo com Patrícia Galvão (Pagu), precursora do feminismo, fundou com ela O homem do povo, periódico de curta duração que pregava a luta operária. Casou-se outras duas vezes, candidatou-se em vão à Academia Brasileira de Letras e publicou intensamente: Serafim Ponte Grande (1933), O homem e o cavalo (1934), A escada vermelha (1934), A morta (1937), O rei da vela (1937), Marco Zero: a revolução melancólica (1943). Sempre rebelde e contestado por seus contemporâneos, Oswald de Andrade morreu em São Paulo em 22 de outubro de 1954, ano da publicação de suas memórias, Um homem sem profissão, sob as ordens de mamãe. Cerca de dez anos depois, sua obra nada canônica começou a ser revalorizada pelos intelectuais concretistas e pelos movimentos de poesia jovem

    56 Livros
    110 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira