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Histórias Íntimas

Sexualidade e Erotismo na História do Brasil

Mary Del Priore
Resenhas
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Victor R. 04/07/2014

Vale a pena ler
Quando peguei pela primeira vez nesse livro, pensava que ele era cansativo, monótono. Após lê-lo, posso dizer com todas as letras: esse livro é INCRÍVEL.
A Mary Del Priore conseguiu escrever um ótimo livro, que não é muito extenso, porém não deixa de apresentar em ricos detalhes os comportamentos sexuais de cada época. Além disso, é um livro de leitura 'corrida', fácil e muito divertida.
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Wilton 17/05/2014

Pelo buraco da fechadura
PELO BURACO DA FECHADURA
Mary Del Priore devassou a intimidade do brasileiro. Começou a narrativa na época do Descobrimento e chegou aos nossos dias.
Sem espalhafato, munida de estatísticas e pesquisas confiáveis, cumpriu com louvor a missão proposta.
Deu especial realce ao universo feminino, retratando a evolução da mulher do papel de objeto sexual, totalmente submissa, à condição de agente, por vezes cruel, dessa sexualidade.
O livro não se reduz à revelação do pensamento da autora. Nele, há intensa pesquisa psicossociológica e consulta a extensa bibliografia.
A obra prende o leitor do início ao fim, às vezes séria e compenetrada e, em outras, irreverente e até engraçada.
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Karina 27/04/2014

Uma viagem pela história da construção de nossa sexualidade nacional
Fascinante é a experiência de ler através de um estudo histórico como a percepção da sexualidade nacional foi sendo construída, o que nos dá ótimos momentos de reflexão sobre situações atuais. A quantidade de fontes utilizadas pela autora e a forma como ela vai tecendo a reconstrução deste olhar são deliciosos.
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Guarilha 24/01/2014

Em 1500, Pedro Álvares Cabral e sua comitiva chegaram à terra que seria batizada de Brasil e encontraram índios, nus e limpos. Não houve excitação; não houve erotismo. Ao contrário, os portugueses os viram como “animais ingênuos”. Enquanto isso, na Europa, artistas retratavam o nu – pura arte poética, nenhuma conotação erótica.

No século XVIII, praticava-se o sexo no mato, pois dentro das casas a falta de um artigo caríssimo, a fechadura, impedia qualquer privacidade. Numa época na qual a Igreja regulava até as relações sexuais entre marido e mulher, era na missa que casais se encontravam. E lá, aproveitando a parca iluminação e os lugares bem escondidinhos, transavam.

A visão dos seios não excitava; mas a dos pezinhos, única parte feminina nua, sim. Quanto mais roupa a mulher usasse, mais interesse causaria no sexo oposto. Casais devidamente casados iam para a cama cheios de ordens da Igreja: sexo era para procriar (crescei e multiplicai). Tirar a roupa, nem pensar. Prazer? Só para os homens.

Mary Del Priore, conceituada historiadora, conta essa história, com detalhes, em seu livro. Nele, a autora revela a relação entre homens e mulheres, família e Igreja, tabus e hábitos, machismo e feminismo, fidelidade e adultério, filhos legítimos e ilegítimos, escravas e senhores.

Com linguagem fácil e esclarecedora - e por vezes irônica, “Histórias Íntimas” foi escrito por quem sabe tornar agradáveis assuntos que em outras mãos seriam chatos. O livro também conta com ilustrações divertidas, que mostram de um jeito bem humorado a evolução da nossa sexualidade e do nosso erotismo.
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Edu-sjc 30/12/2013

A História em prosa
A autora é bem sucedida ao escrever este livro. Essa é minha singela opinião, mas demonstrada também pelas expressivas vendas. É o segundo livro da autora que leio, e fico feliz que, a exemplo de Laurentino Gomes, está resgatando (ou criando inédito) o interesse dos leitores pela História do Brasil.

O livro explora a intimidade e a sexualidade do brasileiro, desde a época colonial. Pela bibliografia apresentada no livro, a pesquisa foi intensa, porém a linguagem é bastante simples e direta. O texto é muito facilmente assimilado, e leva o leitor a ter ideia de como era a vida íntima dos nossos tataravós. Escrito dessa forma, o texto é muito mais acessível que os textos da coletânea " A História da Vida Privada" - Dubois G. et. al.

Em alguns trechos do livro há um pouco de repetição de textos do mesmo autor, como os de Gregório de Mattos, e com tantas fontes pesquisadas era de se esperar um pouco mais de diversidade de citações, mas acredito que essa opção da autora foi proposital, pois algumas publicações da época eram mais diretas e ficam mais atraentes no texto.

É uma boa aquisição para leitura de férias.
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