O Ateneu

O Ateneu Raul Pompeia
Franco de Rosa




Resenhas - O Ateneu


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imbeuytr 22/05/2024

Li dois livros juntos: o Ateneu e o dicionário
Ganhei uma edição bem pequeninha de presente de uma querida amiga leitora e fiquei muitíssimo feliz porque essa obra estava na minha lista de leitura pro verão. Li o livro em menos de 3 horas e quando terminei, me lembro de pensar: "é só isso mesmo?"

É um clássico, disso não se tem dúvida. O uso exagerado de hipérboles, de metáforas, figuras de linguagem deixa isso bem claro pra gente, mas também não chega a ser uma leitura fascinante, não chega a ser uma história que realmente te interesse, entende?

Gosto de usar como o exemplo o Jorge Amado, grande autor de best sellers brasileiro que sabia muito bem como entreter um leitor, de forma que o desejo de ser "clássico" não importava tanto assim em um todo

E eu também não acho que existe mal em desejar ser clássico e reverente, são apenas características que marcam cada obra e cada autor (e geralmente eu prefiro ler as histórias mais carismáticas rs)

Em resumo, o Ateneu pra mim é basicamente mais um livro de estudo do que um livro que se leria pra se ter entreternimento e lazer, o que não faz dele necessariamente ruim mas é difícil dizer que a experiência de ler foi divertida porque em certos pontos a leitura foi muito muito muito muito chata
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Paulo, o Vitor 22/05/2024

Esperava mais
Apesar de ter umas tensões, um clímax a maior parte do livro é parada e bastante descritiva, sem ação alguma o que o torna monótono e chatinho. Mas para análise de época é até que interessante
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Maria 06/05/2024

Inegável clássico. Se for pela originalidade e pelo livro em si, nota 5. Mas como eu dou nota me baseando na minha experiência de leitura, vou ficar em 3.5 mesmo. A linguagem é bem complicadinha e a história é meio paradona até certo ponto. Apesar de tudo, as críticas feitas no livro sobreviveram ao tempo e grande parte (se não todos) dos problemas apontados podem ser vistos hoje, ainda, no Brasil. Facilmente pode ser usado como exemplo para a teoria das "instituições totais", de Goffman.
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Sem estante 02/05/2024

Um retrato da burguesia
Esse livro retrata de uma forma nua e crua a burguesia e os privilégios que eles tinham e tem devido a dinheiro e nome. É bastante tendencioso e as vezes dá até raiva de ler.

E como pode o ser humano ser considerado a espécie inteligente do planeta se tem atitudes tão questionáveis? Nunca vou entender.

Pra quem vai ler sugiro ir com o estômago bom, pq tem situações que são nauseantes nesse livro.
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Sheila 14/04/2024

Um clássico que eu gosto muito
Gostei muito. Principalmente do Américo que passou como um relâmpago tocando fogo no parquinho (ops! internato).

Obs: estudei na infância / adolescência num colégio de freiras que muito me lembra o Ateneu: preferências pelos alunos que eram filhos de pais com maior poder aquisitivo, discriminação com outros, um verdadeiro pesadelo. Faltou um Américo na minha época.
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Jackson 12/04/2024

Com uma escrita rebuscada beirando a sofisticação, o autor retrata as experiências traumáticas de um jovem em um pensionato, onde há uma relação de poder entre os meninos mais velhos e a submissão dos mais novos que são maltratados e forçados a manter uma certa relação de homo afetividade.
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fontffc 03/04/2024

Nhé
É. Li por obrigação da escola. Não esperava absolutamente nada mais do que uma leitura massiva, muitos personagens e leitura lentíssima, e foi o que recebi.

A escrita é extremamente complexa, tediosa em alguns momentos, mas a história consegue te prender, apesar de ser um relato de diversas situações ocorridas com um jovem que passou da infância até a adolescência num internato
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Ygor 31/03/2024

"[...] o tempo é a ocasião passageira dos fatos, mas sobretudo - o funeral para sempre das horas."

Demorei um tempo para conseguir engatar essa leitura, mas quanto mais me aprofundava no conceito de "crônica das saudades" mais conseguia apreciar as longas descrições e os diversos causos da vida de Sérgio, já que muitas coisas são Raul relembrando seu próprio passado, faz sentido ele mesmo estar perdido nas próprias lembranças.

Me marcou de uma forma que eu não esperava.
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Ivana M. 29/03/2024

Para Refletir
"O Ateneu" é uma obra-prima da literatura brasileira escrita por Raul Pompeia, publicada originalmente em 1888. O romance é narrado por Sérgio, um jovem que relembra sua adolescência passada no internato do colégio Ateneu. A narrativa se desenrola através das memórias do protagonista, que reflete sobre suas experiências e os acontecimentos marcantes durante esse período.

A história se desenvolve em torno do ambiente opressivo e claustrofóbico do colégio, onde os alunos são submetidos a uma disciplina rígida e muitas vezes cruel. O autor retrata de maneira vívida a vida cotidiana no internato, explorando as relações complexas entre os alunos e os professores, além das dinâmicas de poder e hierarquia que permeiam o ambiente escolar.

Um dos aspectos mais marcantes de "O Ateneu" é a forma como Raul Pompeia descreve a transição da infância para a idade adulta, mostrando como os personagens lidam com questões como amizade, rivalidade, sexualidade e a busca pela identidade própria. Sérgio, o narrador, passa por um processo de amadurecimento ao longo da narrativa, confrontando suas próprias ilusões e enfrentando as duras realidades do mundo adulto.

Além disso, o livro aborda temas como a decadência da aristocracia brasileira, a influência da religião e da moralidade na sociedade da época, e as contradições entre a teoria e a prática educacional. Através de uma prosa rica e envolvente, Raul Pompeia cria um retrato complexo e multifacetado da sociedade brasileira do século XIX, oferecendo ao leitor uma visão profunda e perspicaz sobre as dinâmicas sociais e culturais da época.

Em suma, "O Ateneu" é uma obra que continua a fascinar e a provocar reflexões mesmo após mais de um século de sua publicação. Com sua narrativa envolvente, personagens vívidos e temas universais, o livro permanece como um dos grandes clássicos da literatura brasileira, merecendo ser lido e apreciado por leitores de todas as idades.
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madu.zi 28/03/2024

Cansativo
O livro não é ruim, de forma alguma, mas é completamente maçante. Por se tratar de uma obra tão antiga, é normal a gritante eloquência e formalidades de escritas, mas pra mim é surreal ler uma criança de 12 anos falando como um filósofo de 60, são detalhes que realmente me estressaram e tornaram a narrativa dolorosa de ser lida. Gostei bastante da intenção do livro, das descrições mais normais da vida num internato e, é claro, da cena dos cacos de vidro na piscina.
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