Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições3
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas27
    • Leitores1623
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Meditações Metafísicas -

    René Descartes

    Martins Fontes
    2000
    194 páginas
    6h 28m
    ISBN-10: 8533612044
    Português Brasileiro
    4
    394 avaliações
    Leram868Lendo78Querem651Relendo4Abandonos22Resenhas27
    Favoritos1Desejados651Avaliaram394

    Descartes expõe nesta obra sua doutrina sobre as questões de Deus e da alma de modo mais amplo e completo do que no Discurso do método, onde ele se contentou em expor apenas alguns princípios. Nas 'Meditações' a filosofia cartesiana é exposta não segundo um esquema autobiográfico como no 'Discurso' mas com um tom própria e sistematicamente filosófico; isto porque as 'Meditações' estavam destinadas aos filósofos e unicamente a eles. As 'Meditações metafísicas' exerceram uma influência decisiva. Elas não só introduziram um novo critério da verdade e colocaram a razão no centro da intuição da vida, insurgindo-se contra as pretensões e a autoridade da tradição e do costume, mas também levantaram alguns dos mais importantes problemas da metafísica para os quais nem sempre era possível propor soluções. Seja como for, elas foram um fermento ativo para o pensamento filosófico posterior, suscitando adeptos e adversários ardorosos. As Meditações metafísicas exerceram uma influência decisiva. Elas não só introduziram um novo critério da verdade e colocaram a razão no centro da intuição da vida, insurgindo-se contra as pretensões e a autoridade da tradição e do costume, mas também levantaram alguns dos mais importantes problemas da metafísica para os quais nem sempre era possível propor soluções. Seja como for, elas foram um fermento ativo para o pensamento filosófico posterior, suscitando adeptos e adversários ardorosos.

    Edições (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (27)Ver mais
    Felipe Souza picture
    Felipe Souza16/12/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Somente uma síntese explicativa

    Ao ler René Descartes vem tanta coisa na cabeça, pelo fato de que ele convida o leitor a pensar junto, sua escrita não é tão simples, mas é provocadora. O filosofo de fato é um dualista e nesta obra ele não nega isso com a alma e o corpo, portanto, na obra meditações metafísicas o pensamento do autor é chegar a conclusão da existência de Deus pela luz na natural (razão). A primeira Meditação de René Descartes é daquilo que se pode duvidar, e inicia colocando em dúvida todo o conhecimento que possui, buscando eliminar crenças incertas. Ele identifica várias fontes de erro como os nossos sentidos podem nos enganar (ex.: ilusões ópticas). Não há critérios claros para diferenciar o estado de vigília e o de sonho. Hipótese do gênio maligno: Descartes sugere a possibilidade de uma entidade poderosa e enganadora que manipula nossas percepções e pensamentos. Estabelecer um ceticismo radical como método para encontrar uma base absolutamente indubitável para o conhecimento. Após a dúvida radical, Descartes busca um ponto de certeza. Ele formula o famoso “Cogito, ergo sum” (“Penso, logo existo”). O ato de duvidar prova a existência de quem duvida: a mente pensante é indubitável. Introduz a distinção entre a mente (res cogitans) e o corpo físico (res extensa). Objetivo: Estabelecer o pensamento como a essência do ser humano e fundar a certeza no “eu” como sujeito pensante. O filosofo busca provar a existência de Deus como garantia de verdade. Ele argumenta que a ideia de um Deus perfeito e infinito não pode ter origem no ser humano finito, mas deve vir de Deus mesmo (argumento ontológico). Um ser perfeito não pode ser enganador. E assim tem o objetivo de demonstrar que a ideia de Deus é clara e distinta e que Deus é a garantia da verdade. Descartes investiga a possibilidade de erro, mesmo com a existência de um Deus perfeito como o erro ocorre pela interação entre o intelecto (que percebe ideias) e a vontade (que julga). A vontade é ilimitada, enquanto o intelecto é limitado, o que leva a julgamentos precipitados. Explicar a origem do erro sem comprometer a perfeição divina, sugerindo que o erro é uma falha humana. Na quinta meditação o autor faz uma reflexão sobre essência das coisas materiais e da existência de Deus. Nesta meditação, Descartes reforça o argumento ontológico para a existência de Deus como uma ideia que inclui necessariamente a existência, assim como a ideia de um triângulo inclui a soma de seus ângulos internos. Além disso, ele discute as ideias claras e distintas das coisas materiais, ainda que sua existência não esteja completamente demonstrada. Mostrar que Deus é o fundamento do conhecimento seguro e das verdades matemáticas. Finalmente, Descartes aborda a relação entre mente e corpo, defendendo o dualismo com a mente, sendo isso a mente é uma substância pensante e imaterial, enquanto o corpo é uma substância extensa e material. Ele propõe a interação entre mente e corpo (na glândula pineal, segundo hipóteses posteriores). Também apresenta argumentos para a existência do mundo material, com base na confiabilidade de Deus. E o conhecimento científico que o autor estabelece o dualismo mente-corpo e validar a existência do mundo externo.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 394
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas1%