The Human Comedy - Complete Edition -

    Honoré de Balzac

    CDED
    2017
    13756 páginas
    19d 2h 32m
    ISBN-10: B074WZPG7Y

    The Human Comedy (French: La Comédie Humaine) is the title of Honoré de Balzac's multi-volume collection of interlinked novels and stories depicting French society in the period of the Restoration (1815-1830) and the July Monarchy (1830–1848). It consists of 91 finished works (stories, novels or analytical essays) and 46 unfinished works (some of which exist only as titles). It does not include Balzac's five theatrical plays or his collection of humorous tales, the "Contes drolatiques" (1832–37). The title of the series is usually considered an allusion to Dante's Divine Comedy; while Ferdinand Brunetière, the famous French literary critic, suggests that it may stem from poems by Alfred de Musset or Alfred de Vigny. While Balzac sought the comprehensive scope of Dante, his title indicates the worldly, human concerns of a realist novelist. The stories are placed in a variety of settings, with characters reappearing in multiple stories.

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    Paulo Henrique picture
    Paulo Henrique02/04/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Leitura um pouco exaustiva

    Havia já um bom tempo que que eu planejava ler este livro e os seguintes de Balzac, de ler por completo as observações de um vivente do século retrasado. Este primeiro livro foi para mim, então, a introdução do que eu devo aguardar dos próximos livros da série. E assim como eu descrevi na resenha do Conde de Monte Cristo, esta obra pode ser também chamada de um compêndio do século XIX, um detalhe fiel do que foi aquela época, nas fronteiras do antigo e o moderno. Mas não sei se é por uma preguiça minha, por certas vezes eu simplesmente não conseguia ler as tantas e tantas descrições que o autor fazia antes de começar a história em si. A versão que eu li contém comentários de Paulo Rónai (parece que ele está em todo livro que leio), e ele comentou em algumas linhas sobre as descrições exaustivas do escritor: "Talvez não seja supérfluo pedir ao leitor ainda não bastante familiarizado com os métodos de Balzac que se arme de um pouco de paciência para abrir caminho através das explicações preliminares um pouco maçudas que o autor acha indispensável fornecer antes de começar o enredo. Um romancista atual de hoje espalhá-las-ia engenhosamente em doses pequenas por toda a obra [...] mas Balzac gostava de submeter de vez em quando seus leitores a um pequeno esforço inicial, compensando-os amplamente em seguida". Admito que não senti a ampla compensação em seguida. Talvez eu não esteja ainda no momento certo para ler as obras balzaquianas, assim como eu não estive pronto para tantas outras obras e para, tempos depois, retornar a elas e ler com outra perspectiva. Ademais, acho que eu preciso de um livro mais leve durante esta quarentena. Eu certamente lerei os próximos livros d'A Comédia Humana, mas não por agora.

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