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    A bacante da boca do lixo - E outros escritos da virada do milênio

    Yuri Vieira

    KaraLoka.net
    2010
    162 páginas
    5h 24m
    ISBN-17: XXXXXXXXXXXXXXXXX
    Português Brasileiro
    3.5
    2 avaliações
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    Trata-se de uma coletânea de contos, crônicas e um ensaio escritos entre 1993 e 2008. Todos os textos trazem – seja de modo explícito ou implícito – um pouco do clima apocalíptico que contagiou aqueles anos. O ebook de "A bacante da Boca do Lixo" pode ser baixado, gratuitamente, no blog do autor (http://blogdo.yurivieira.com/2010/03/novo-livro-a-bacante-da-boca-do-lixo/)

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    Ademar de Queiroz picture
    Ademar de Queiroz14/03/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Você vai se saciar com esta orgia literária

    Misturando política, filosofia, religiosidade, história, cinema, ETs, aventuras sexuais e descobertas juvenis, Yuri Vieira nos entrega um caldeirão saboroso de histórias que partem do real para desembocar num universo (e texto) fantástico. Claro que nem tudo é perfeito. E se eu fosse o editor da obra, teria deixado de fora pelo menos 3 capítulos ("Minha amiga extra-terrestre", "Papai Noel, Garotos Podres, Tolkien, Matrix" e "Tlon, Urântia, Borges, Deus"), por não ter encontrado neles a leveza e/ou a fluidez dos demais escritos. Mas uma coisa é inegável em "A bacante da Boca do Lixo e outros escritos da virada do milênio": a escrita do autor é envolvente, pega o leitor de jeito e o conduz, rapidamente, até o final do livro.

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    Yuri Vieira

    Sou um escritor e cineasta paulistano radicado em Goiânia. (Pois é, sô...) Passei a infância e a adolescência entre São Paulo, Rio de Janeiro e a fazenda da minha avó materna em Goiás. Morei em Latacunga, no Equador, onde me tornei andinista, tendo escalado, entre outros, os vulcões ativos Guagua Pichincha (4800m), Tungurahua (5060m) e Cotopaxi (5890m). Foi nesse país que publiquei, em espanhol, no jornal El Día, meus primeiros contos e artigos. Entre 1992 e 1997, estudei na Universidade de Brasília — onde, entre outras coisas, cursei cinema com Nelson Pereira dos Santos e teoria e crítica literária com Flávio Kothe — e, após residir durante dois anos com a escritora Hilda Hilst (de quem fui secretário e webmaster), trabalho hoje como cronista, roteirista e diretor de audiovisual. Publiquei meu primeiro livro A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau em 1998, o qual recebeu elogios de Bruno Tolentino, Millôr Fernandes, Lygia Fagundes Telles, Olavo de Carvalho e Ryoki Inoue. A esse livro, seguiram-se outros quatro (ver abaixo). Atualmente, tenho contratos com a Vide Editorial e com a Editora Record. Em Abril de 2007, dirigi Espelho, meu primeiro curta-metragem de ficção, o qual recebeu o prêmio de Melhor Direção no III FestCine Goiânia e — além de ter sido selecionado pelos festivais Cineme-se 2008 (Santos-SP) e VII Goiânia Mostra Curtas — foi também convidado pela mostra No Siesta: Fiesta! (Tromsø, Noruega, 2009) e pela mostra Verão Cinema e Outras Coisas (Costa da Caparica, Portugal, 2009). (Segundo o curador de um festival mineiro, meu curta-metragem foi rejeitado por outros festivais autóctones porque, a certa altura, o protagonista diz: "Aposto que esse filme foi feito com dinheiro público: é por isso que este país não vai pra frente!".) A peça que escrevi a quatro mãos com a diretora Miriam Virna — Admirável e Só para Selvagens (uma adaptação do livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley) — foi selecionada pelo Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília (2009) e, em 2011, esteve em cartaz no SESC Copacabana e no Teatro Municipal do Jockey, no Rio de Janeiro. Em 2008, participei como debatedor do Encontros de Literatura Contemporânea, em São Paulo, organizado por Julio Daio Borges e pela Casa Mário de Andrade. Em 2015, nos Estados Unidos, participei como debatedor do II Encontro de Escritores Brasileiros na Virginia, organizado pelo filósofo Olavo de Carvalho. Sou ainda colaborador bissexto dos sites Mídia Sem Máscara e Digestivo Cultural. (Em anos pregressos, fui colunista do Caderno Pop do jornal O Popular e cronista das revistas da Editora Price.) Também ministro cursos de roteiro e direção de curtas-metragens. (Sobre minhas experiências como auxiliar de escritório, militante ambientalista, mochileiro, "espeleólogo", vendedor de porta em porta, raver, assistente de produção e sócio de estúdio fotográfico, falarei oportunamente... em minha ficção.)

    8 Livros
    12 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Yuri Vieira