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    Forward the Foundation (Foundation #7) -

    Isaac Asimov

    Spectra
    2012
    466 páginas
    15h 32m
    ISBN-10: B003EY7ICW
    4.4
    1107 avaliações
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    Favoritos0Desejados1942Avaliaram1107

    As Hari Seldon struggles to perfect his revolutionary theory of psychohistory and ensure a place for humanity among the stars, the great Galactic Empire totters on the brink of apocalyptic collapse. Caught in the maelstrom are Seldon and all he holds dear, pawns in the struggle for dominance. Whoever can control Seldon will control psychohistory—and with it the future of the Galaxy. Among those seeking to turn psychohistory into the greatest weapon known to man are a populist political demagogue, the weak-willed Emperor Cleon I, and a ruthless militaristic general. In his last act of service to humankind, Hari Seldon must somehow save his life's work from their grasp as he searches for is true heirs—a search the begins with his own granddaughter and the dream of a new Foundation.

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    Régis Maz picture
    Régis Maz14/10/2025Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    Quando a grandeza se dilui: uma experiência abaixo das expectativas

    Finalmente, após alguns meses, voltei ao universo de Fundação para concluir a saga com Origens da Fundação. A história começa com Seldon após oito anos tentando desenvolver a psico-história, mas ainda sem resultados concretos. O livro repete a técnica usada por Asimov nos demais volumes: saltos temporais que aceleram a narrativa, mostrando Seldon envelhecendo e enfrentando novos opositores políticos. O primeiro arco gira em torno da tentativa de golpe contra Demerzel; já no segundo, dez anos se passaram e Seldon ocupa o posto de primeiro-ministro. Mas, embora a estrutura seja familiar, senti que os conflitos necessitavam de peso real. São conspirações, rebeliões e atentados que nunca chegam a gerar consequências sérias. Tudo se resolve no último instante, quase sempre por conveniências narrativas que lembram planos mal elaborados de quadrinhos infantis. Outro ponto que me incomodou foi o tratamento dado a Dors Venabili. Antes, em Prelúdio à Fundação, apresentada como uma personagem forte, destemida e até mesmo opiniosa, aqui é reduzida ao papel de protetora passiva de Seldon, sustentando o lugar-comum da mulher que existe apenas para manter a calma ao redor do “gênio” masculino. Além de soar misógino, há momentos em que Dors é descrita de maneira incoerente com sua natureza robótica, expressando ciúmes, preconceito e até moralismo barato diante da escolha de Raych, seu filho adotivo com Seldon, por Manella como esposa. A rivalidade feminina instaurada entre duas das três únicas mulheres da trama só reforça a fragilidade na construção das personagens. A condução de Seldon também decepciona. A figura lendária e estratégica apresentada na trilogia original dá lugar a um homem que envelhece reclamando desde os quarenta anos e que é imprudente a ponto de colocar o próprio filho em missões arriscadas e desnecessárias. Quase no final do livro, sua insistência em se expor ao perigo nas ruas de Trantor, mesmo após agressões e prisões, beira o absurdo. Em vez de um homem sábio e de um visionário pragmático, encontramos um personagem constantemente salvo por terceiros e por conveniências narrativas. A leitura teve seus méritos: o texto é fluido, recheado de diálogos, e o simples fato de retornar ao universo de Fundação ainda desperta curiosidade. Contudo, a sucessão de vilões e conspirações frágeis torna a experiência cansativa. Faltou peso, faltaram consequências, e sobrou a sensação de que tudo era inflado apenas para justificar novos capítulos. No fim, a obra conduz diretamente ao ponto de partida da trilogia original, mas deixa um gosto agridoce. Senti insatisfação pelo desenvolvimento de Seldon e pelo empobrecimento das personagens femininas, mas também satisfação pessoal por concluir essa jornada, mesmo que nesses últimos quatro volumes que expandem a saga eu não tenha encontrado o mesmo brilho da trilogia original. Foi uma leitura de altos e baixos, que só se sustentou pela força do universo criado por Asimov e pela companhia do meu grupo de leitura, que tornou o processo muito mais prazeroso.

    70 curtidas

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    4.4 / 1107
    • 5 estrelas49%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas1%