O Diabólico Cérebro Eletrônico (FC Hemus) -

    David Gerrold

    Hemus
    1972
    282 páginas
    9h 24m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Um robô de equivalentes vitais humanos, Harlie era o computador mais avançado do mundo, com circuitos tão similares ao cérebro humano que se revelava capaz não somente de resolver os mais complexos problemas, como também de fazer julgamentos, propor questões e pensar independentemente. Este propunha a construção de um novo computador chamado G.O.D. (Deus) (Graphic Omniscient Device), uma máquina que se tornaria parte de si e o capacitaria a estudar o próprio significado da existência. Harlie desejava ser o computador difinitivo, o oráculo que respondesse a todas as questões de todos os homens, e Auberson foi tomado pelas implicações daquilo. Tinha o homem finalmente criado uma supertecnologia que numa reviravolta iria governá-lo? Combinando ciência pura e imaginação fértil e brilhante, esta obra constitui uma ficção científica arrebatadora e totalmente persuasiva e trata de uma máquina construída pelo homem que é virtualmente humana - mas na verdade mais do que humana. Significaria isso a deificação da tecnologia já venerada de uma certa maneira pelo homem? Uma máquina assumindo atributos divinos não levaria o homem fatalmente à sua deificação, seguida por um culto sistemático e obstinado? G.O.D. é a prefiguração terrível de tal coisa. ==== http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=fic&cod=_odiabolicocerebroeletronico

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (10)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (5)Ver mais
    Jairo Telmos Matos Junior picture
    Jairo Telmos Matos Junior20/08/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Seguindo a escola de Asimov

    Foi mais um livro da Hemus FC que me surpreendeu positivamente, apesar de seguir o padrão de ficção científica de sua época: centrada no homem branco, hétero, sociedade e organizações dominadas pelo homem, a mulher como uma figura decorativa, de suporte, sem representatividade fora do espectro branco-hétero-normativo. Mais um livro que segue a escola de Isaac Asimov (que eu sou muito fã, mas precisamos reconhecer sua deficiência nesse quesito)

    18 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 32
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas3%