A abordagem sobre os vírus mostrou a existência deles relacionada ao parasitismo das células, sendo incapazes de gerar novos indivíduos sem a ação.
No caso do coronavírus, as células parasitadas morrem por "exaustão", de tanto estímulo para produção viral, com consequente ausência de reposição a elementos necessários para sua sobrevivência.
O mecanismo fisiopatológico nos pulmões foi descrito com simplicidade, sobre a batalha entre sistema imunológico e vírus que deixa muitos resíduos danosos ao fluxo sanguíneo e consequente obstrução dos microvasos nos pulmões.
No que entendi sobre os animais, a replicação viral em células humanas em pandemia acaba gerando um quadro final chamado de "imunização de rebanho", depois de muitas mortes e histórias de sobrevivência, quando as pessoas foram quase todas infectadas, desenvolveram anticorpos e o vírus encontra nisso barreira. Aí está a representatividade para eles dos animais, pois passam para esses organismos, sofrendo transformações, que em condições favoráveis podem iniciar novo ciclo pandêmico. Faz pensar que, no estabelecimento de vacinas (amém!) deveriam ter também específicas para os animais...
Surpresa mesmo foi a citação da Bíblia pela revista, em Levítico 13:46, no isolamento social necessário como combate à epidemia.
Tomara que a COVID tenha nova abordagem pela Super, pois a que a edição apresentou foi num plano essencialmente biológico. Faltou a discussão sobre plano de contingência, barreiras para as medidas no país, prognóstico no avanço da doença, quadro sociológico e também pesquisas em andamento.
Na quarentena....
Estou começando a ter enfado na leitura... justamente no momento que mais tenho tempo para ela....