Não vou fazer uma resenha longa como de costume pois quero guardar uma opinião mais fechada após a conclusão da trilogia. Sobre o primeiro livro, teve tudo que eu tava buscando realmente. Toda aquela vibe 2010 e uma nostalgia de outros universos relacionados da mesma época como Fallen, instrumentos mortais e até mesmo o tão julgado crepúsculo.
Sim, isso inclui alguns clichês do gênero, mania de escrita e, claro, reflete até na personalidade dos personagens. (O que não me incomodou em nada)
Com um primeiro dia de aula fatídico e o cara mais desejado da escola aos seus pés (Mas não despreze o Noah achando que ele vai ser só mais um “boyzinho” romântico porque ele vai conquistar um certo espaço no livro), Mara dyer se vê a beira da loucura depois de invadir um sanatório com os amigos e ela se tornar a única sobrevivente. Desde então, seus dias de luto são vividos a base de alucinações, acontecimentos sobrenaturais e visões que podem até confundir, um pouco, o próprio leitor.
Embora eu tenha adotado o casal, esperava que o desenvolvimento do livro fosse girar mais em torno dela e dos mistérios. Ele estava nesse raciocínio mas do meio para perto do fim foi um foco profundo em romance enquanto mais perguntas surgiam na minha mente. Pode ser que que esse ritmo seja por ser uma trilogia? Pode, mas poderia ter sido mais rápido em alguns aspectos.
Ahh. E eu gostei dos plots, mesmo já esperando alguns. Foi mais sombrio do que eu esperava. O final foi o que realmente me pegou. Teremos um personagem babaca para ter ódio até os últimos suspiros.
Enfim, uma história que estou lendo com muito carinho pois remete bastante as boas memórias das minhas experiências literárias. Queria ter lido ele naquela época para poder desfrutar de todas as sensações novatas 🥹🥹🥹🖤🖤