Tender Triumph -

    Judith McNaught

    Best Seller
    2000
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: 8571237174
    Português Brasileiro

    Katie Connelly é jovem, linda e sofisticada; tem amigos importantes, sucesso na profissão e uma legião de pretendentes. Mas ninguém havia tocado verdadeiramente seu coração até o dia em que Ramon Galverra, um misterioso e másculo motorista de caminhão, a salva das mãos de um admirador exaltado. Katie não imagina que o homem moreno e de sotaque hispânico é na realidade um riquíssimo empresário, que se diverte com seu engano. Ramon deixa que a garota se apaixone perdidamente pelo rústico pobretão que ele finge ser, a fim de testar sua sinceridade. Ao mesmo tempo, ele também se vê seduzido por ela. Sempre sustentando a mentira, o magnata convence Kelly a acompanhá-lo a Porto Rico. Ele a pede em casamento. Mas, antes de unirem-se, ela precisa superar seus preconceitos, aceitar as diferenças e aprender com elas. Precisa revelar um segredo que carrega há anos, enterrando as mágoas no passado para encarar um novo futuro. (sinopse: livraria cultura) --------------- (sinopse english) Distrustful of men, Kate Connelly has buried herself in her career, shutting out all chance of romance. Then a handsome Spaniard, Ramon Galverra, walks into her life. He is different than other men she has known, full of pride and passion, and he treats her with respect. But it s his intimate touches that make Kate realize that she could easily lose her heart to this wonderful man. But pride can be a mighty barrier in relationships, and both Ramon and Kate must learn to trust before they can love. You will want to read this love story time and time again. (by amazon.com)

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    Tícia 05/05/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Personagens: Ramon e Katie Eu sou uma pessoa implicante. Muito implicante. Admito. Minha irmã vive afirmando que quer morrer minha amiga e meus pais, vez ou outra, se perguntam “onde foi que eu errei?”. Mas porque comecei a resenha infamando minha pessoa? Tem um propósito: quando eu der uma pequena enxovalhada em alguns pontos desse livro, você poderá julgar se foi implicância da minha parte porque, afinal, eu só posso ter perdido o bom senso ou, então, você vai assinar embaixo e ainda achar que deveria ter sovado mais. Então, vamos lá. Eu amo Judith Mcnaught. Ela escreve romances – históricos ou contemporâneos – de uma forma tão arrebatadora que seus livros sempre estão na lista dos meus preferidos. As mocinhas dela são fofíssimas e os mocinhos, sem dúvida alguma, eu jantaria numa bocada só (já falei que homem abundante em testosterona me dá fome?). Porém... Doce triunfo não foi bem o que eu esperava. Não sei se é a velha história da alta expectativa ou se o livro deixou mesmo a desejar, mas o fato é que esse romance não mexeu comigo como todos os outros da Juju. Mas devo salientar que o que pesou toneladas na minha avaliação é meu velho problema com personagens. Se eu não tiver empatia e simpatia por eles, já era. Mas isso eu falo daqui a pouco, vamos por partes. A história: Katie é uma mulher de 23 anos, rica, atraente, realizada profissionalmente, mas também é solitária, entediada com os joguinhos sociais e traumatizada com o ex-marido (mais um discípulo do tinhoso), com quem foi casada por um período de seis meses. Em uma noite, Katie conhece Ramon, um porto-riquenho/americano/espanhol que ela confunde com um caminhoneiro. Na realidade, ele é um empresário rico que, entretanto, está diante de uma possível falência de sua empresa. E como a possibilidade dele perder tudo é grande, Ramon acaba por não desfazer o mal entendido. Resumindo: os dois se envolvem e com três dias, ele decide que Katie é o amor da sua vida e a pede em casamento. Ela reluta, faz doce, chove no molhado, mas acaba indo com ele pra Porto Rico, morar em sua fazenda (mais pra sítio depenado). Lá, os dois passam por algumas situações tipo: Ramon apaixonado, moreno meu número, totalmente entregue à relação e ela, indecisa, obtusa, dando pra trás. Preciso falar de minha homérica vontade de sacudir essa cidadã? Bem, no final, tudo se acerta. Minha birra: Eu não tenho nada contra amor à primeira vista, desde que ele tenha base, motivo e incentivo. Em Doce triunfo, entretanto, eu tive tudo contra. A meu ver, não houve nenhuma característica em Katie que, a princípio, justificasse tanto amor em Ramon. Ela foi preconceituosa com a “pobreza” dele, era imatura, mimada, dondoca e, fala sério, chata com força. Se Katie possuía alguma qualidade extraordinária, deve ser algo subliminar que eu não consegui desvendar. E quando ela parte pra Porto Rico com Ramon, passa a ser muito confusa, egoísta e instável. E continuou imatura e chata. Preciso falar de minha homérica vontade de sacudir essa cidadã? (2) Tudo bem. Ela até tem suas razões: Katie sentiu medo e dúvida diante de um futuro incerto porque modificar a vida totalmente não é uma coisa simples e fácil. O problema é que ela não lidou com essa situação de forma madura e equilibrada e acabou por ferir Ramon desnecessariamente com suas atitudes. Bastava uma conversa. De ambas as partes. Ramon também teve as suas. Poderia ter sido franco e não ter dado tanto ibope pra mocinha. Poxa, se ela não quisesse, eu estou aqui na pista dando mole! Algumas pessoas reclamaram do machismo dele, mas já vi tanto personagem pior que nem esquentei com isso. Mas, enfim... Embora eu tenha reclamado horrores, a história até tem seu charme e eu não desgostei totalmente. Meu problema foi especialmente com a mocinha. E vale lembrar também que o que é negativo pra mim, pode ser positivo pra você. Lembro que uma vez eu li uma resenha em que a menina esculhambava um romance. E todas as coisas que ela odiava, eram exatamente as que eu gostava. Resultado: amei o livro que ela tão empolgadamente detonou. Então, fique à vontade pra julgar se eu sou uma criatura horrivelmente birrenta e implicante ou, “colé, tô contigo e não abro mão!”. E vida longa à Judith! ; )

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