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    Doce Triunfo -

    Judith McNaught

    Bertrand
    2022
    305 páginas
    10h 10m
    ISBN-13: 9786558380962
    Português Brasileiro
    3.5
    682 avaliações
    Leram1110Lendo10Querem445Relendo0Abandonos16Resenhas48
    Favoritos1Desejados445Avaliaram682

    Autora best-seller do New York Times de romances históricos e contemporâneos, Judith McNaught confirma sua habilidade de exímia contadora de histórias em Doce Triunfo, uma narrativa arrebatadora que combina doses precisas de humor, erotismo e romance. Katie e Ramon se conhecem numa sexta-feira, e antes que o final de semana termine, a vida deles não será mais a mesma. Katie Connelly é uma mulher bem-sucedida. Tem uma carreira brilhante, amigos influentes e inúmeros pretendentes. Mas ela nunca entregou seu coração verdadeiramente a ninguém. Quando Katie decide encontrar seu ex, que se mostra um tanto insistente em suas investidas, Ramon apare­ce e salva a jovem. Ramon Galverra é um empresário que acaba de descobrir que seu pai o deixou atolado em dívidas. Seus planos são voltar para Porto Rico, sua cidade natal, declarar falência e passar o restante de seus dias cuidando da fazenda onde foi criado. Mas Ka­tie não desconfia de nada; ela acha que ele é um motorista de caminhão, e Ramon se diverte com isso. Escondendo-lhe sua real condição, Ramon testa a sinceridade dos sentimentos e a capacida­de de superar preconceitos de Katie. Quanto mais Ramon seduz Katie, mais se sente vulnerável a ela. E ele nem imagina que a amada também guarda um segredo. Katie vai precisar abandonar os fantasmas do seu passado se quiser encontrar a felicidade plena. Publicado originalmente em 1991, Doce triun­fo mostra, mais uma vez, a incrível habilidade da best-seller Judith McNaught em contar histórias e construir personagens completamente cativantes. Aclamada por seus romances históricos – Algo maravilhoso, Agora e sempre, Alguém para amar, Um reino de sonhos, Whitney, meu amor, Até você chegar –, nesta narrativa contemporânea Judith questiona se o amor é tudo que duas pessoas totalmente diferentes precisam para ficar juntas. “Outro presente que a imaginação incansável de Judith McNaught nos agracia. Um romance maravilhoso, uma linda história de amor.” - Romantic Times

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    Tícia  picture
    Tícia 05/05/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Personagens: Ramon e Katie Eu sou uma pessoa implicante. Muito implicante. Admito. Minha irmã vive afirmando que quer morrer minha amiga e meus pais, vez ou outra, se perguntam “onde foi que eu errei?”. Mas porque comecei a resenha infamando minha pessoa? Tem um propósito: quando eu der uma pequena enxovalhada em alguns pontos desse livro, você poderá julgar se foi implicância da minha parte porque, afinal, eu só posso ter perdido o bom senso ou, então, você vai assinar embaixo e ainda achar que deveria ter sovado mais. Então, vamos lá. Eu amo Judith Mcnaught. Ela escreve romances – históricos ou contemporâneos – de uma forma tão arrebatadora que seus livros sempre estão na lista dos meus preferidos. As mocinhas dela são fofíssimas e os mocinhos, sem dúvida alguma, eu jantaria numa bocada só (já falei que homem abundante em testosterona me dá fome?). Porém... Doce triunfo não foi bem o que eu esperava. Não sei se é a velha história da alta expectativa ou se o livro deixou mesmo a desejar, mas o fato é que esse romance não mexeu comigo como todos os outros da Juju. Mas devo salientar que o que pesou toneladas na minha avaliação é meu velho problema com personagens. Se eu não tiver empatia e simpatia por eles, já era. Mas isso eu falo daqui a pouco, vamos por partes. A história: Katie é uma mulher de 23 anos, rica, atraente, realizada profissionalmente, mas também é solitária, entediada com os joguinhos sociais e traumatizada com o ex-marido (mais um discípulo do tinhoso), com quem foi casada por um período de seis meses. Em uma noite, Katie conhece Ramon, um porto-riquenho/americano/espanhol que ela confunde com um caminhoneiro. Na realidade, ele é um empresário rico que, entretanto, está diante de uma possível falência de sua empresa. E como a possibilidade dele perder tudo é grande, Ramon acaba por não desfazer o mal entendido. Resumindo: os dois se envolvem e com três dias, ele decide que Katie é o amor da sua vida e a pede em casamento. Ela reluta, faz doce, chove no molhado, mas acaba indo com ele pra Porto Rico, morar em sua fazenda (mais pra sítio depenado). Lá, os dois passam por algumas situações tipo: Ramon apaixonado, moreno meu número, totalmente entregue à relação e ela, indecisa, obtusa, dando pra trás. Preciso falar de minha homérica vontade de sacudir essa cidadã? Bem, no final, tudo se acerta. Minha birra: Eu não tenho nada contra amor à primeira vista, desde que ele tenha base, motivo e incentivo. Em Doce triunfo, entretanto, eu tive tudo contra. A meu ver, não houve nenhuma característica em Katie que, a princípio, justificasse tanto amor em Ramon. Ela foi preconceituosa com a “pobreza” dele, era imatura, mimada, dondoca e, fala sério, chata com força. Se Katie possuía alguma qualidade extraordinária, deve ser algo subliminar que eu não consegui desvendar. E quando ela parte pra Porto Rico com Ramon, passa a ser muito confusa, egoísta e instável. E continuou imatura e chata. Preciso falar de minha homérica vontade de sacudir essa cidadã? (2) Tudo bem. Ela até tem suas razões: Katie sentiu medo e dúvida diante de um futuro incerto porque modificar a vida totalmente não é uma coisa simples e fácil. O problema é que ela não lidou com essa situação de forma madura e equilibrada e acabou por ferir Ramon desnecessariamente com suas atitudes. Bastava uma conversa. De ambas as partes. Ramon também teve as suas. Poderia ter sido franco e não ter dado tanto ibope pra mocinha. Poxa, se ela não quisesse, eu estou aqui na pista dando mole! Algumas pessoas reclamaram do machismo dele, mas já vi tanto personagem pior que nem esquentei com isso. Mas, enfim... Embora eu tenha reclamado horrores, a história até tem seu charme e eu não desgostei totalmente. Meu problema foi especialmente com a mocinha. E vale lembrar também que o que é negativo pra mim, pode ser positivo pra você. Lembro que uma vez eu li uma resenha em que a menina esculhambava um romance. E todas as coisas que ela odiava, eram exatamente as que eu gostava. Resultado: amei o livro que ela tão empolgadamente detonou. Então, fique à vontade pra julgar se eu sou uma criatura horrivelmente birrenta e implicante ou, “colé, tô contigo e não abro mão!”. E vida longa à Judith! ; )

    21 curtidas

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    Avaliações

    3.5 / 682
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas5%