In one of her most ambitious works, Joyce Carol Oates boldly reimagines the inner, poetic, and spiritual life of Norma Jeane Baker—the child, the woman, the fated celebrity, and idolized blonde the world came to know as Marilyn Monroe. In a voice startlingly intimate and rich, Norma Jeane tells her own story of an emblematic American artist—intensely conflicted and driven—who had lost her way. A powerful portrait of Hollywood’s myth and an extraordinary woman’s heartbreaking reality, Blonde is a sweeping epic that pays tribute to the elusive magic and devastation behind the creation of the great 20th-century American star. The 20th anniversary edition of the National Book Award finalist and national bestseller exploring the life and legend of Marilyn Monroe
Blonde -
Joyce Carol Oates
Apesar de a autora mencionar logo de cara que não se trata de uma biografia da Marilyn Monroe, mas sim uma obra de ficção, não tem como ler e não imaginar que tudo tenha sido real. Narrado de forma cronológica e separado em seções como “The Child”, “The Afterlife”, o livro é extremamente detalhado. Passando pela sua infância difícil com a mãe louca (literalmente), os orfanatos, os pais adotivos e seu casamento precoce. Você realmente se sente dentro da cabeça confusa dela e por isso a narrativa é meio bagunçada às vezes. No livro é bem claro que ela dormiu com várias caras importantes (e outros nem tanto) para chegar ao topo. O problema é que uma vez lá, ela não parou. Continuou deixando os homens a usarem mais e mais. Passa-se a imagem de uma pessoa inocente ao extremo, que acaba nos lugares sem saber ao certo o que está fazendo lá (como quando ela encontrou o Mr.Z. Ela realmente não sabia o que ele queria com aquele encontro?). Norma é só um personagem criado pela Marilyn, e todos querem a Marilyn! Isso faz com que ela se sinta cada vez mais sozinha e inadequada. Ela não se sente talentosa ou inteligente o suficiente. Esse desespero todo faz com que ela procure ajuda em remédios e é aí que ela se perde de vez. Alguns personagens centrais são citados usando somente suas iniciais, e outros a autora cita como “The Playwright” (Arthur Miller), “The Ex-Athlete” (Joe Dimaggio), “The Brunette” (Ava Gardner) e é divertido tentar adivinhar quem são essas pessoas e depois ficar chocado com a descoberta. O livro defende a teoria de assassinato, mas não é uma teoria que me convence, porque o livro inteiro vemos que a Marilyn não tem credibilidade e tem fama de “dumb blonde”, sendo assim, por que assassina-la? Talvez uma tentativa de dar mais emoção e significado aos minutos finais de uma lenda. Provavelmente a pessoa mais carismática EVER. Mesmo anos após a sua morte, continuamos curiosos pela sua história, espremendo mais e mais a procura de algo que deixamos passar.
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