Durante o Oktoberfest, o festival da cerveja na cidade de Munique, na Alemanha que prolonga-se por dezesseis dias e conta com um público de seis milhões de pessoas, mortes misteriosamente começam a ocorrer. Todas com requintes de crueldade, em que as vítimas são esquartejadas aparentemente com uma machadinha de açougueiro.
O fator comum entre todas as vítimas é que tinham aparência com personalidades nazistas (pois deixa a vítima com uma fotografia daquele com que é parecido) e isso suscita o pressuposto de que o assassino seja um judeu. A partir de então o inspetor de polícia Martin Bauer passa a conduzir uma investigação, vindo inclusive a viajar a Paris e a Jerusalém em busca de respostas.
Posteriormente, o inspetor Bauer descobre que o assassino é William Hass, uma vítima sobrevivente do Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial que passou um tempo em Auschwitz e estava em um hospital psiquiátrico, mas fugiu. O inspetor Bauer terá a oportunidade de analisar todas as angústias intrínsecas a Hass e ao povo judeu.
O estilo de escrita do autor não torna a leitura difícil, os acontecimentos não desenvolvem-se de forma lenta e há muitas discussões acerca dos males da Guerra. Contudo com o desenvolvimento a história torna-se entediante e maçante, com acontecimentos que simplesmente não levam a nada e esse fator não me agradou.