Lirista...
O incômodo vem do todo, sempre sendo interrompido por flashes, todos muito disruptivos, achei bastante originais. Nada que tenho lido por aí, a estética refém daqueles tempos, coloridos, cabeludos, meio que alude a uma certa selvageria, uma ruptura, novamente sempre ela. Há trauma, sim, da prisão, dezoito dias, mas dezoito dias ao artista sensível é um despropósito... Em episódios como esse, desta leitura, fico com inveja, das grandes, das de viver da sensibilidade, com fome, sem respeito, talvez, seja só para os corajosos, pois sem subsídio a arte pode se limitar, se limitar a desesperadamente sobreviver e daí produzir o que sobe o rio... Gostei!






