Santos-Dumont Y La Invención del Avión -

    Henrique Lins de Barros

    CBPF
    2006
    24 páginas
    48m
    ISBN-10: 8585752181
    Espanhol

    Volar y controlar el vuelofueron grandes desafíos que,por más de dos siglos, movilizaron científicos, ingenieros, inventores, visionarios y aficio-nados. Las tímidas demostra-ciones del pequeño globo deaire caliente, realizadas por el jesuita brasileño Bartolomeu de Gusmão, en 1709, mostraron que el sueño de volar podría transformarse en realidad. Otro brasileño, el paraense Julio Cezar Ribeiro de Souza, en 1880, consiguió dar un gran paso en dirección a la dirigibilidad de los globos. Pero el vuelo controlado sólo fue considerado como tal a partir de 19 de Octubre de 1901, cuando el dirigible 6 de Alberto Santos Dumont dio la vuelta a la torre Eiffel, en Paris. Entretanto, la invención del avión, en 1906, fue la que produjo un extraordinario impacto en el escenario mundial. El avión se transformó en el principal medio de transporte transcontinental, modificando profundamente las relaciones internacionales y todos los aspectos dela vida moderna.

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    R .23/06/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Publicação comemorativa ao centenário do voo do 14-Bis em Paris, 1906, o primeiro oficialmente homologado a um avião pelo aeroclube da França no contexto. Vemos uma síntese da biografia do Santos-Dumont e de seu maior feito. Muitos contestam o brasileiro, mas isso é ignorar a história em prol da ideologia dos EUA, que alegam voo pioneiro em 1903. Pode até ter ocorrido, mas ignorando as normas propostas ("isso vale, Arnaldo?"), enquanto Santos-Dumont foi gradativamente dando testemunho público de avanços na engenharia do voo com feitos diversos, tendo premiação com balões dirigíveis em 1901. Interessante também a disposição do brasileiro, cujas conquistas eram elevadas a feitos da humanidade, transformando-os em filantropia. Aí depois vem os americanos, com relatos pessoais ou de pouquíssimas pessoas, usurpando a história, quando a ignoraram, movidos por interesses econômicos. Pena que a maior parte do mundo aderiu a essa ideologia. Em Santos-Dumont a história é mais bonita, mais inspiradora e verdadeira com as condições propostas, em contexto real. Outros aeronautas, e não me refiro aos irmãos americanos, podem ter voado antes, mas oficialmente quem se apresentou, aceitou publicamente os desafios e cumpriu as metas estabelecidas foi o brasileiro, com toda justiça, não por bairrismo, o inventor do avião. São aspectos abordados no folheto, curtinho, de apenas 20 páginas. Leitura em Macapá, nos idos da vacinação contra a covid... Um pouco impactado e envergonhado por alguns acontecimentos, mas bola para a frente... Cada dia é oportunidade de nova história, com integridade, aprendizagens transformadoras e desdobramentos acertados...

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