Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas5
    • Leitores351
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A pele -

    Curzio Malaparte

    Civilização Brasileira
    1985
    307 páginas
    10h 14m
    ISBN-13: 9788520097854
    Português Brasileiro
    4
    90 avaliações
    Leram141Lendo16Querem186Relendo1Abandonos7Resenhas5
    Favoritos0Desejados186Avaliaram90

    Nas ruas miseráveis de uma Nápoles em ruínas, quando o exército aliado expulsou dali os alemães, a libertação é apenas outra palavra para desespero. A prostituição é desenfreada. O cheiro da morte está em todo lugar. Tudo supervisionado por americanos que, na sua ingenuidade, não entendem exatamente por que estão ali. Lançado em 1949, já em 1950 vieram as sanções: a “proibição moral de Curzio Malaparte” pelo Conselho Comunal de Nápoles e a inclusão do livro no Index dos livros proibidos pela Congregação do Santo Ofício. Em 1962, a publicação no Brasil se deu como celebração. Na apresentação daquela edição, diz Ênio Silveira: “Uma obra prima de violência, de crueldade, de degradação e, ao mesmo tempo, de louvor à condição humana”. Hoje são apontados, para além dos pecados originais, os da incorreção política. O livro nasceu ambíguo como o próprio autor, que deixou resposta no personagem Jack Hamilton: “Não há qualquer importância se o que Malaparte conta é verdadeiro ou falso. A questão a ser posta é bem outra: se o que ele faz é arte ou não”.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (5)Ver mais
    Wilton Fonseca picture
    Wilton Fonseca06/08/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Surreal, mas também, real.

    Malaparte exibe uma profundidade ímpar no que respeita à história da Europa, assim como da personalidade de seus principais líderes. Em primeiro lugar, introduz uma nota de surrealismo na forma como são narrados os acontecimentos que englobam a dissolução e a destruição dos valores morais à época, tendo como cenário a cidade de Nápoles e o inquietante Vesúvio. Depois, rejeita não apenas a hipocrisia, a vilania, a degradação da sociedade contemporânea e as violências do Estado moderno, mas também, e sobretudo, o homem moderno, degradado e profundamente corrompido pelos males morais e sociais. Para ele, as atrocidades da guerra demonstram que Deus morreu e que a bandeira do homem é a sua própria pele. Pela salvação de sua pele, o homem paga qualquer preço por mais indigno que seja. O romance reportagem A Pele é forte por natureza, viril ao extremo. Constitui-se em leitura obrigatória.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 90
    • 5 estrelas40%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas2%