Jubiabá -

    Jorge Amado

    Plaza & Janes
    1994
    313 páginas
    10h 26m
    ISBN-10: 840142643X
    Espanhol

    El país del Carnaval, Cacao y Sudor pueden ser consideradas como obras de una adolescencia prolífica, escritas entre los 18 y 22 años. Pero Jubiabá, aunque trabajo de un escritor bastante joven, parece significar una ruptura con el pasado o un salto hacia delante. La escritura de Amado parece entrar en una nueva dimensión. Publicado en 1935, es un retrato vigoroso de la vida negra y mestiza que se mueve por los meandros de la ciudad de Bahía y de su Reconcavo. Acompañaremos las revueltas y vicisitudes del huérfano Antonio Balduino, que va de mendigo a músico, de capoeirista a boxeador, de trabajador en las plantaciones de tabaco de la Bahía a inflamado orador sindical.

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    Fabio Shiva05/06/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    perfume de dendê

    Esse livro é impressionante por muitos motivos. Publicado em 1935, foi o quarto romance de Jorge Amado, quando o autor contava apenas 23 anos. Trata-se de um dos primeiros romances brasileiros que tem um negro como protagonista – e não se enganem, não é o Pai-de-Santo Jubiabá, mas Antônio Balduíno, aventureiro, imperador mendigo, sambista, boxer, lavrador e, finalmente, ativista político. E por falar em Jubiabá, esse também é um dos primeiros livros a descrever de forma consistente alguns rituais e tradições do candomblé. Aqui, nesta obra de juventude, é possível perceber em nível embrionário alguns dos elementos mais marcantes da prosa de Jorge Amado, esse Avatar da Literatura Mundial que escolheu a Bahia como cenário de sua manifestação. Se ainda não alcançou a sublime perfeição de obras como “Tenda dos Milagres” e “Os Pastores da Noite” (só para citar histórias que trazem heróis do povo, assim como Antônio Balduíno), e aqui e ali se deixa seduzir por ingênuas passagens panfletárias, o autor já permeia as páginas de Jubiabá com um inconfundível perfume de dendê. Não o dendê real, do tabuleiro da baiana, mas um dendê imaginário, literário, lírico, que só existe na Bahia inventada por Jorge Amado. Salve Jorge! https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2020/06/jubiaba-jorge-amado.html

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