Um jovem incapaz de integrar sua existência à vida sofre o abismo que há entre o ser e o seu viver. Feio, azarado e sem talentos, julga-se açoitado pelo destino, injustiçado pela natureza a qual passa a confrontar. "A natureza perversa, para se equilibrar, me criou feio e instaurou um divino que nunca verei senão ao me vingar! Só na vingança exercerei meu destino e não mais serei um pino fantasiado pelas vestes deste mundo cretino!" Beleza e feiura, amor e ódio, justiça e injustiça, criador e criatura, liberdade e destino são algumas das metades contrapostas neste romance em versos com diálogos rimados cujas personagens se expressam por soneto, trova, cordel, entre outros estilos poéticos.







