O Exército de Mutantes (Perry Rhodan #6) - 1º Ciclo: A Terceira Potência

    W.W. Shols

    SSPG
    2022
    111 páginas
    3h 42m
    ISBN-13: 9783845300054
    Português Brasileiro

    Ele parecia inofensivo – e, no entanto, mergulhou a economia mundial no caos.... A Terceira Potência, a criação proveniente da supertecnologia arcônida e do espírito de iniciativa de Perry Rhodan, gerou na solidão do deserto de Gobi um centro de poder que é forte o suficiente para resistir aos ataques combinados das grandes potências da Terra. A Terceira Potência também foi capaz de decidir em seu próprio favor e da Humanidade a primeira luta contra inteligências extraterrestres, que se aproximaram da Terra com sede de conquista depois que ficaram sabendo da existência do planeta através do sinal de socorro da nave arcônida destruída. Porém, Perry Rhodan sabe que precisa de mais pessoas para lidar com novos ataques e ser capaz de realizar seus planos futuros. E então ele reúne ao seu redor O EXÉRCITO DE MUTANTES... Personagens principais deste episódio: Perry Rhodan – O chefe da Terceira Potência. Reginald Bell – Amigo e braço direito de Perry. Tako Kakuta – Suas capacidades o tornam o homem mais importante do Exército de Mutantes de Perry Rhodan. Homer G. Adams – Um corretor financeiro com uma memória fenomenal. Allan D. Mercant – Chefe da Segurança Internacional. Capitão Zimmerman – Oficial do serviço secreto. Ele descobre algo que acaba sendo fatal. Crest e Thora – Os dois únicos sobreviventes de uma expedição espacial arcônida. John Marshall – Os pensamentos das pessoas ao seu redor são como um livro aberto para ele. A primeira investida extraterreste contra a Terra pôde ser debelada pela Terceira Potência, mas Perry Rhodan sabe que essa ameaça do espaço perdura ainda sob o planeta. Para fazer frente a isso e realizar seu intento de uma Humanidade forte no cenário galáctico, ele precisa reunir recursos financeiros para seu emergente Estado – e necessita também de uma tropa poderosa, dotada de pessoas com capacidades além do que se julgava possível até então...

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    Fabio Shiva18/02/2021Resenhou um livro
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    Antes dos X-Men

    Esse episódio confirma a vocação visionária da saga de ficção científica Perry Rhodan ao nos apresentar à ideia da criação de uma força-tarefa formada por mutantes, nascidos após a explosão nuclear de Hiroshima: telepatas, telecinetas, teleportadores e outros de poderes ainda mais incríveis como o da teletemporação, que é a capacidade de viajar no tempo. Como a série começou a ser publicada em 1961, esse sexto episódio saiu o mais tardar em 1962, ao menos um antes que Stan Lee e Jack Kirby impactassem o imaginário coletivo com os seus Fabulosos X-Men. Como Perry Rhodan foi lançado originalmente na Alemanha e só depois no resto do mundo, o mais provável é que Lee e Kirby não tivessem conhecimento da série de FC quando criaram seus heróis da HQ, o que não diminui o mérito de K. H. Scheer e companhia ao captar primeiro e de forma tão criativa o medo das mutações causadas pela radiação que impregnava o zeitgeist pós-Segunda Guerra. Dois momentos dessa história me chamaram especialmente a atenção. O primeiro é a ironia narrativa de uma invasão espacial e seu impacto na bolsa de valores: “O susto, que sacudiu os homens da Bolsa até a medula dos ossos assim que leram a notícia da invasão, não se ligava ao seu bem-estar pessoal, mas única e exclusivamente ao seu dinheiro.” O segundo é uma cena que ocorre dentro de um avião, quando um dos mutantes de Perry Rhodan pergunta aos passageiros quais deles estão armados, e mais de uma dúzia de braços se ergue em resposta. Lembrando que a história se passa no “futuro” de 1971, quando o porte de armas de fogo dentro de aviões não só era permitido como considerado normal. Após uma série de incidentes trágicos e um pouco de raciocínio, passou a ser proibido levar armas em voos comerciais. O motivo é bastante óbvio, se dedicamos ao assunto um mínimo de reflexão: basta um maluco armado para colocar em risco a vida de todos no avião. Se alguém quiser argumentar que o melhor seria permitir que todos no voo pudessem se armar, a fim de enfrentar a possibilidade de um maluco armado, pedirei que reflita um pouco mais para que (espero que ao menos nesse exemplo de um avião fechado) perceba que ninguém fica mais seguro ao multiplicar o número de malucos armados... Quem poderia imaginar que na trágica realidade além da mais incrível ficção científica, na Brasilândia de 2021, cada maluco poderia ter até seis armas cada? Se alguém consegue se sentir mais seguro imaginando esse cenário, só posso crer que esteja consumindo alguma pesada droga alucinógena ainda não revelada pela ciência... https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2021/02/perry-rhodan-o-exercito-de-mutantes.html

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