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    Os Grandes Clássicos De Tex Nº #017 (Os Grandes Clássicos) - O Vale Da Perdição

    G. L. Bonelli

    Mythos
    2008
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    2 avaliações
    Leram2Lendo1Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados1Avaliaram2

    Um xerife covarde que fecha os olhos para as atividades criminosas de Bob Handy e seu bando contra os honestos criadores do Vale Pocket. Um fazendeiro megalomaníaco que quer ficar com todo o vale só pra si e expulsar os outros criadores, contando com a ajuda de pistoleiros. Tex e seus parceiros devem entrar nesse verdadeiro ninho de víboras em que fazendeiros e pistoleiros agem de comum acordo. E a melhor forma de fazer isso é eleger KIT CARSON PARA XERIFE. A empresa ferroviária Southern Railway quer construir uma linha unindo El Paso a Kansas City, passando por - como diz Tex - "um território desértico, onde os poços de água secam de um dia para o outro e um pobre diabo corre o risco de morrer de sede". Além disso, a empresa começa a sofrer ataques e sabotagens para impedir o progresso dos trabalhos. O comando dos rangers convoca Tex para bancar o segurança do canteiro de obras e descobrir quem está por trás das sabotagens. Participação de Pat Mac Ryan.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Rodrigo Facco  picture
    Rodrigo Facco 24/05/2022Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    O Vale da Perdição

    Essa edição tem duas histórias. Não são do tipo que impressiona, mas são legais. A primeira parece estar meio próxima da realidade. Dá pra notar caráter em alguns personagens, pessoas que sabem o seu lugar, o que trás uma aparência justa a algumas ações. Quando se vê o antagonismo entre o dono do racho Steve e seu filho, o autor trás uma dinâmica real que não é muito difícil de perceber na vida. Todo o contexto entre guerra de famílias por terra e vínculo com bandidos ficou bem elaborado. A postura do Tex também foi bem forte, do tipo: cheguei pra por ordem e é bom vocês andarem na linha. Isso condiz muito com o personagem. Já a segunda história, gostei da origem do problema vir mais do alto escalão e com uma cara de algo complexo. No final das contas, não ficou claro quais eram os interesses dos vilões, mas a forma como tudo aconteceu já foi suficiente pra fazer a história ter sentido. Ali ficou bem claro o contraste entre interesses políticos e a necessidade do baixo clero que tem que botar a mão na massa. A segunda

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    Gian Luigi Bonelli profile picture

    Gian Luigi Bonelli

    Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros. Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli. Sua carreira literária começa no início dos anos 1930, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 1930, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina. O nome de Gian Luigi Bonelli está indissoluvelmente ligada ao Tex Willer, cujos roteiros durante quarenta anos, dedicou-se para lhe dar primeiro nas mãos capazes de outros autores, inclusive, para citar apenas os mais importantes Guido Nolitta (Sergio Bonelli), Claudio Nizzi e Mauro Boselli. Refira-se que a vitalidade de seu caráter, evidenciado pelo fato de que ainda é o livro italiano de quadrinhos com o maior número de vendas, tem resistido à crise no gênero western a partir da qual se inspirou.

    67 Livros
    18 Seguidores
    Lombardia, Itália

    Gian Luigi Bonelli