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    Como Conversar com um Fascista - Reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro

    Márcia Tiburi

    Record
    2017
    196 páginas
    6h 32m
    ISBN-13: 9788501106582
    Português Brasileiro
    3.7
    1003 avaliações
    Leram1573Lendo262Querem1899Relendo3Abandonos109Resenhas77
    Favoritos0Desejados1899Avaliaram1003

    "Reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro. Diante dos riscos do fascismo com que nos deparamos todos os dias, nosso desafio é confrontar o fascista com aquilo que para ele é insuportável: o outro. O instrumento? O diálogo, na melhor tradição filosófica atribuída a Sócrates. Com sua rara capacidade de explicar temas filosóficos para o leitor comum, Marcia Tiburi alcançou o sucesso de público e de crítica como uma filósofa pop. E, em tempos de nervos à flor da pele e agressivos embates políticos, ela nos traz, em Como conversar com um fascista, um propósito filosófico-político: pensar com os leitores sobre questões da cultura política experimentada diariamente, de um modo aberto, sem cair no jargão acadêmico. A autora resgata a política como experiência de linguagem, sempre presente na vida em comum. O argumento principal é como pensar em um método, ou uma postura, para contrapor o discurso de ódio, seus reflexos na sociedade e repercussão nas redes sociais. A filósofa propõe o diálogo como forma de resistência, e analisa notícias e acontecimentos do mundo político para mostrar, mais uma vez, que é possível falar sobre temas complexos de maneira que todos compreendam. Nos diversos ensaios que compõem esta obra, Marcia Tiburi conduz o leitor em um processo de reflexão e descoberta dos valores democráticos. Além disso, desvela as contradições, os preconceitos e as práticas que caracterizam os movimentos autoritários em plena democracia formal. Dialogar com um fascista, e sobre o fascismo, forçar uma relação com um sujeito incapaz de suportar a diferença inerente ao diálogo, é um ato de resistência. Confrontar o fascista, desvelar sua ignorância, levar esse interlocutor à contradição e desconstruir suas certezas são atitudes que fazem parte do empreendimento ético-político de Marcia Tiburi. Com apresentação de Rubens Casara e prefácio de Jean Wyllys, o livro traz ensaios inéditos e alguns já publicados na revista Cult, combinando a profundidade e a sofisticação intelectuais presentes na obra de Marcia Tiburi. Em Como conversar com um fascista, a pensadora aposta na potência do diálogo e na difusão do conhecimento como antídoto à tradição autoritária que vem condicionando o pensamento e a ação no Brasil nos últimos tempos." GRUPO EDITORIAL RECORD

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    Jailin Campos picture
    Jailin Campos16/05/2024Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    El título es un engaño

    Me hizo esperar un manual para lograr debatir con personas de extrema derecha lo cual me parece súper útil y necesario pero lo que encontré fue un tratado filosófico de por qué las personas con pensamiento autoritario son como son y la amenaza que representan, lo cual puede ser útil para entender pero no para lograr persuadir al otro de que esa forma de ver al mundo no nos ha llevado nunca a nada bueno. Al contrario, desde el principio hasta el fin la autora me dió a entender que nos jodimos, no hay nada que podamos hacer con esa gente, a los que incluso llama de idiotas. El libro comienza, si mal no recuerdo, con 3 prólogos extremamente largos que dan a entender que el texto NO ES un tratado filosófico y por ende está escrito para que un público amplio lo entienda... Pues, da para ver que los que escribieron los prólogos son filósofos y no tienen la más mínima idea de quién es el "público amplio". El libro está escrito en decenas de capítulos de unas pocas páginas cada uno, creo que la autora intentó tocar varios temas y relacionarlos con la personalidad autoritaria pero hay unos demasiado jalados por los pelos. Otros son repetitivos, y otros son totalmente coherentes. Entonces, si quieres leer un tratado filosófico más bien pesimista (¿o realista?) de la personalidad autoritaria, y el disfraz de democracia en la que vivimos, el libro está bien, pero para mí fue hasta aburrido.

    26 curtidas

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