Como conversar com um fascista -

    Marcia Tiburi

    Record
    2015
    212 páginas
    7h 4m
    ISBN-10: B0187TP84S
    Português Brasileiro

    Reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro Com sua rara capacidade de explicar temas filosóficos para o leitor comum, Marcia Tiburi alcançou o sucesso de público e de crítica como uma filósofa pop. E nesses tempos de nervos à flor da pele e agressivos embates políticos, Marcia traz em Como conversar com um fascista um propósito filosófico-político: pensar com os leitores sobre questões da cultura política experimentada diariamente, de um modo aberto, sem cair no jargão acadêmico. O argumento principal é como pensar em um método, ou uma postura, para contrapor o discurso de ódio, seus reflexos na sociedade brasileira e repercussão nas redes sociais. A filósofa propõe o diálogo como forma de resistência e analisa notícias recentes e acontecimentos do mundo político para mostrar mais uma vez que é possível falar sobre temas complexos de maneira que todos compreendam. Com apresentação de Rubens Casara e prefácio de Jean Wyllys, o livro traz ensaios inéditos e alguns já publicados na revista Cult, combinando a profundidade e a sofisticação intelectuais presentes na medida certa na obra de Marcia Tiburi. • Marcia Tiburi é cronista da revista Cult. Doutora em filosofia, escreve crônicas e ensaios para importantes revistas e jornais, como Zero Hora, Folha de S.Paulo e Vida Simples, e foi debatedora do programa Saia Justa, do GNT. • Com mais de dez livros publicados, é autora de Era meu esse rosto, romance finalista do Prêmio Jabuti e do Prêmio Portugal Telecom, também publicado pela Editora Record.

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    Jailin Campos picture
    Jailin Campos16/05/2024Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    El título es un engaño

    Me hizo esperar un manual para lograr debatir con personas de extrema derecha lo cual me parece súper útil y necesario pero lo que encontré fue un tratado filosófico de por qué las personas con pensamiento autoritario son como son y la amenaza que representan, lo cual puede ser útil para entender pero no para lograr persuadir al otro de que esa forma de ver al mundo no nos ha llevado nunca a nada bueno. Al contrario, desde el principio hasta el fin la autora me dió a entender que nos jodimos, no hay nada que podamos hacer con esa gente, a los que incluso llama de idiotas. El libro comienza, si mal no recuerdo, con 3 prólogos extremamente largos que dan a entender que el texto NO ES un tratado filosófico y por ende está escrito para que un público amplio lo entienda... Pues, da para ver que los que escribieron los prólogos son filósofos y no tienen la más mínima idea de quién es el "público amplio". El libro está escrito en decenas de capítulos de unas pocas páginas cada uno, creo que la autora intentó tocar varios temas y relacionarlos con la personalidad autoritaria pero hay unos demasiado jalados por los pelos. Otros son repetitivos, y otros son totalmente coherentes. Entonces, si quieres leer un tratado filosófico más bien pesimista (¿o realista?) de la personalidad autoritaria, y el disfraz de democracia en la que vivimos, el libro está bien, pero para mí fue hasta aburrido.

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