A Revolta de Atlas - Edição de Luxo

    Ayn Rand

    Arqueiro
    2024
    608 páginas
    20h 16m
    ISBN-13: 9786555651560
    Português Brasileiro

    Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, A revolta de Atlas é um romance monumental. Com mais de 11 milhões de livros vendidos, a mensagem transformadora de Ayn Rand conquistou uma legião de leitores e fãs: cada indivíduo é responsável por suas ações e por buscar a liberdade e a felicidade como valores supremos. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência. Com personagens fascinantes, a autora apresenta os princípios de sua filosofia: a defesa da razão, do individualismo, do livre mercado e da liberdade de expressão, bem como os valores segundo os quais o homem deve viver – a racionalidade, a honestidade, a justiça, a independência, a integridade, a produtividade e o orgulho.

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    Carla Caroline de Oliveira Silva 11/04/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A revolta de Atlas ensina: o problema não é o sistema de produção

    A série "A Revolta de Altlas" tem como cenário de fundo uma distopia, um mundo no qual a ideia de coletivismo imperou. Para a sociedade ali descrita o individuo deveria ser suprimido em prol do interesse público. Algumas ao longo da narrativa, algumas pessoas discordaram disso e são esses os nossos "heróis", os capitalistas produtores. As ideias dispostas pela autora, em defesa do individualismo e do racionalismo e contra qualquer tipo de ideologia coletivista, são interessantes, porquanto, o caminhar da humanidade, tem como centro o "eu". Lembra-se que as maiores inovações da sociedade civilizada são desenvolvidas a partir de talentos individuais somados ao longo de um período de tempo. A série é sedutora, os personagens são bem construídos e a história é envolvente. Vemos passo a passo o retroceder a sociedade civilizada e nós, leitores onipresentes, sabemos que isso é inevitável e a partir daí refletimos a nossa sociedade atual, na qual muitos que nada produzem utilizam-se da desculpa do bem público para saquear o fruto do nosso trabalho. E enfim sabemos que o problema não é o capitalismo, o socialismo, o comunismo ou o anarquismo, e sim as pessoas; pessoas lamuriosas que sempre lamentam a vida que tem sem nada construir por si mesmo. São os sanguessugas, esses especuladores que lucram, fazendo do sistema de produção um grande cassino, onde jogam tentando quebrar a banca, mas esquecem que a banca somos todos nós. Então deixo o lema, o lema daqueles que escolheram não reclamar, nem saquear, mas sim, seguir trabalhando por uma vida melhor: "Juro por minha vida e por meu amor à vida que jamais viverei por outro homem, nem pedirei a outro homem que viva por mim" - A Revolta de Atlas,vol. III, A = A, pp. 40

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