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    A Revolta de Atlas (Volume #3) - A = A

    Ayn Rand

    Sextante
    2010
    604 páginas
    20h 8m
    ISBN-13: 9788599296837
    Português Brasileiro
    4.3
    1225 avaliações
    Leram1902Lendo107Querem2138Relendo2Abandonos50Resenhas69
    Favoritos262Desejados2138Avaliaram1225

    Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste clássico romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, A revolta de Atlas é um romance monumental. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Mas a greve de cérebros motivada por um Estado improdutivo à beira da ruína vai cobrar um preço muito alto. E é o homem – e toda a sociedade – quem irá pagar. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência. Com personagens fascinantes, como o gênio criador que se transforma num playboy irresponsável, o poderoso industrial do aço que não sabe que trabalha para a própria destruição e a mulher de fibra que tenta recuperar uma ferrovia transcontinental, a autora apresenta os princípios de sua filosofia: a defesa da razão, do individualismo, do livre mercado e da liberdade de expressão, bem como os valores segundo os quais o homem deve viver – a racionalidade, a honestidade, a justiça, a independência, a integridade, a produtividade e o orgulho. Best-seller há mais de 50 anos, com 11 milhões de exemplares vendidos no mundo inteiro, A revolta de Atlas – publicado no Brasil na década de 1980 com o título Quem é John Galt? – desafia algumas das crenças mais arraigadas da sociedade atual. Sua mensagem transformadora conquistou uma legião de leitores e fãs: cada indivíduo é responsável por suas ações e por buscar a liberdade e a felicidade como valores supremos. **** Esta é a história do homem que disse que iria parar o motor do mundo. E parou. Era um destruidor ou o maior entre os libertadores? Com uma mensagem abrangente e atual, A revolta de Atlas é um suspense de tirar o fôlego, não sobre o assassinato de um homem, mas sobre o assassinato – e o renascimento – do espírito de um homem. Esta aclamada obra-prima começa com o questionamento angustiante "Quem é John Galt?", que se repete inúmeras vezes ao longo do livro, numa metáfora da reflexão do homem sobre a própria existência num mundo à beira do colapso. Este livro tornou Ayn Rand uma das maiores escritoras contemporâneas, elevando-a ao seleto grupo dos pensadores mais influentes e controversos de nossa época. A ação começa quando industriais, empresários, artistas e inventores se recusam a continuar sendo explorados pelo governo e pela sociedade. Por meio de uma incrível parábola política, a autora retrata os Estados Unidos como um país sombrio e decadente, dominado pela corrupção e mergulhado numa burocracia sem limites. Numa sociedade em que a manipulação da lei, a incompetência, os interesses políticos escusos e a culpa são usados para restringir a liberdade individual, a criatividade e a ambição, os cidadãos mais produtivos se veem impossibilitados de pensar e trabalhar. À medida que o controle do governo sobre todos os setores da economia aumenta, os principais inovadores e trabalhadores de diversos níveis hierárquicos desaparecem em circunstâncias misteriosas, abandonando negócios lucrativos ou empregos que antes garantiam seu sustento. Sem essas mentes privilegiadas para criar coisas novas e produzir riqueza para toda a sociedade, qual será o futuro do mundo? Você encontrará a resposta quando descobrir a razão por trás dos fatos desconcertantes que assolam a vida dos personagens de A revolta de Atlas.

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    Carla Caroline de Oliveira Silva  picture
    Carla Caroline de Oliveira Silva 11/04/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A revolta de Atlas ensina: o problema não é o sistema de produção

    A série "A Revolta de Altlas" tem como cenário de fundo uma distopia, um mundo no qual a ideia de coletivismo imperou. Para a sociedade ali descrita o individuo deveria ser suprimido em prol do interesse público. Algumas ao longo da narrativa, algumas pessoas discordaram disso e são esses os nossos "heróis", os capitalistas produtores. As ideias dispostas pela autora, em defesa do individualismo e do racionalismo e contra qualquer tipo de ideologia coletivista, são interessantes, porquanto, o caminhar da humanidade, tem como centro o "eu". Lembra-se que as maiores inovações da sociedade civilizada são desenvolvidas a partir de talentos individuais somados ao longo de um período de tempo. A série é sedutora, os personagens são bem construídos e a história é envolvente. Vemos passo a passo o retroceder a sociedade civilizada e nós, leitores onipresentes, sabemos que isso é inevitável e a partir daí refletimos a nossa sociedade atual, na qual muitos que nada produzem utilizam-se da desculpa do bem público para saquear o fruto do nosso trabalho. E enfim sabemos que o problema não é o capitalismo, o socialismo, o comunismo ou o anarquismo, e sim as pessoas; pessoas lamuriosas que sempre lamentam a vida que tem sem nada construir por si mesmo. São os sanguessugas, esses especuladores que lucram, fazendo do sistema de produção um grande cassino, onde jogam tentando quebrar a banca, mas esquecem que a banca somos todos nós. Então deixo o lema, o lema daqueles que escolheram não reclamar, nem saquear, mas sim, seguir trabalhando por uma vida melhor: "Juro por minha vida e por meu amor à vida que jamais viverei por outro homem, nem pedirei a outro homem que viva por mim" - A Revolta de Atlas,vol. III, A = A, pp. 40

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    Alissa Zinovievna Rosenbaum

    Ayn Rand foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estado-unidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead ("A Nascente", sendo que o filme é conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("A Revolta de Atlas" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926. Ela trabalhou como roteirista em Hollywood e teve uma peça produzida na Broadway, em 1935-1936. Ela alcançou a fama com seu romance The Fountainhead, publicado em 1943, que em 1957 foi seguido por seu melhor e mais conhecido trabalho, o romance filosófico Atlas Shrugged. Sua filosofia e sua ficção enfatizam, sobretudo, suas noções de individualismo, egoísmo racion

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    Alissa Zinovievna Rosenbaum