Antonio Chimango e sua continuação - Poemeto Campestre por Amaro Juvenal e Juvenal, o Moço

    Ramiro Fortes de Barcellos, Homero Prates, Amaro Juvenal, Juvenal o Moço

    [Rio] Schmidt, Editor
    1932
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-10: 8586232165
    Português Brasileiro

    [A edição de 1932 (5ª edição do Antônio Chimango) com a continuação feita por Juvenal, o moço (Homero Prates*)] '-' O livro de Amaro Juvenal, pseudônimo de Ramiro Fortes de Barcellos (e a sua "Continuação por Juvenal, o Moço", pseudônimo de Homero Prates), tornou-se um clássico, ostentando feição definitiva. É o destino das obras-primas. _________________ (*) Homero Mena Barreto Prates sob o pseudônimo de 'JUVENAL, o Moço', publicou "Antônio Chimango e sua continuação". Rio de Janeiro: Schmidt, Editor, Outubro de 1932. ==== http://darisimi.blogspot.com/2013/10/antonio-chimango-poemeto-campestre.html?m=1 https://youtu.be/5CNQPLhF7TE

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    Yuri Ramos11/10/2024Resenhou um livro
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    Poemeto de Campo

    Antônio Chimango é um daqueles poemetos que marcam profundamente a cultura de um povo. É, para o Brasil, o equivalente ao Martín Fierro argentino. Embora tenha surgido de uma disputa política, ao se valer de um tema campeiro e de uma linguagem acessível ao homem do campo, eterniza os costumes e tradições de toda uma nação. Posso afirmar que esse poemeto, junto com a obra monumental O Tempo e o Vento, retrata com precisão a alma do povo gaúcho. Ambas as obras preservam sua identidade de forma inabalável, independentemente da geração que venha a seguir, e, na ausência de um mito fundador, estabelecem-se como a lente através da qual esse povo enxerga a vida.

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