Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas6
    • Leitores280
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Diário de Luto -

    Roland Barthes

    Edições 70
    2009
    268 páginas
    8h 56m
    ISBN-10: 8578274261
    Português
    4.3
    70 avaliações
    Leram110Lendo4Querem166Relendo0Abandonos0Resenhas6
    Favoritos0Desejados166Avaliaram70

    No dia seguinte ao da morte da sua mãe, a 25 de Outubro de 1977, Roland Barthes começa um «Diário de Luto». Escreve a tinta, e por vezes a lápis, em fichas que ele próprio prepara a partir de folhas de papel A4 cortadas em quatro, e das quais mantém sempre uma reserva em cima da sua mesa de trabalho. Enquanto redige este Diário, Roland Barthes prepara o seu curso para o Collège de France sobre «O Neutro» (Fevereiro-Junho de 1978), escreve o texto da conferência intitulada «Longtemps je me suis couché de bonne heure» (Dezembro de 1978), publica um grande número de artigos em diferentes jornais e revistas, escreve A Câmara Clara entre Abril e Junho de 1979, redige algumas páginas do seu projecto «Vita Nova» durante o Verão de 1979, prepara o seu duplo curso para o Collège de France sobre «La Préparation du roman» (Dezembro de 1978 - Fevereiro de 1980). No princípio de cada uma destas obras maiores, todas elas explicitamente postas sob o signo da morte da mãe, encontram-se as fichas do «Diário de Luto».

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (6)Ver mais
    Christiane Depooter picture
    Christiane Depooter10/06/2014Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Li este livro duas vezes. A primeira leitura teve um interesse mais psicológico, de como se processa o luto de uma mãe. A segunda leitura ocorreu após eu mesma perder a minha mãe. Neste momento a leitura foi como um reconhecer-se num processo doloroso de luto. Barthes sempre viveu próximo a sua mãe, e tinha um grande amor por ela. Quando de sua morte ele passou a viver um luto intenso, e começou a anotar em fichas o dia a dia do processo. É uma vivência real, não é um recontar, ou um livro que se escreve depois sobre um processo de luto, e por isto foi tão fundamental lê-lo quando eu passava pelo mesmo processo. Quando nos ocupamos de uma mãe, ou pai, cônjuge, filho, e de repente não temos mais que fazê-lo, notamos o quanto nossa vida se direcionou para isto, e tinha sentido nisto, e então ficamos com dificuldade de aceitar a liberdade que nos vêm desta morte, pois é como se o preço disto fosse muito alto. As dores, a raiva, a falta, o não saber o que fazer de si, o ritual, as homenagens. É o dia a dia do luto.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 70
    • 5 estrelas46%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%