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    The Mushroom at the End of the World - On the Possibility of Life in Capitalist Ruins

    Anna Tsing

    Princeton University Press
    2015
    347 páginas
    11h 34m
    ISBN-10: B00WAM15DC
    4.6
    22 avaliações
    Leram35Lendo21Querem149Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos0Desejados149Avaliaram22

    What a rare mushroom can teach us about sustaining life on a fragile planet Matsutake is the most valuable mushroom in the world--and a weed that grows in human-disturbed forests across the northern hemisphere. Through its ability to nurture trees, matsutake helps forests to grow in daunting places. It is also an edible delicacy in Japan, where it sometimes commands astronomical prices. In all its contradictions, matsutake offers insights into areas far beyond just mushrooms and addresses a crucial question: what manages to live in the ruins we have made? A tale of diversity within our damaged landscapes, The Mushroom at the End of the World follows one of the strangest commodity chains of our times to explore the unexpected corners of capitalism. Here, we witness the varied and peculiar worlds of matsutake commerce: the worlds of Japanese gourmets, capitalist traders, Hmong jungle fighters, industrial forests, Yi Chinese goat herders, Finnish nature guides, and more. These companions also lead us into fungal ecologies and forest histories to better understand the promise of cohabitation in a time of massive human destruction. By investigating one of the world's most sought-after fungi, The Mushroom at the End of the World presents an original examination into the relation between capitalist destruction and collaborative survival within multispecies landscapes, the prerequisite for continuing life on earth.

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    Resenhas (3)Ver mais
    Cecília picture
    Cecília09/01/2026Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    exemplo do que é uma escrita de divulgação acadêmica linda e interessante. não sei se consigo dizer que concordo com tudo que a autora propõe e também que as análises econômicas foram ah a coisa mais profunda do mundo, o que foi compensado com análises antropológicas gritantemente certeiras (até porque essa é a especialidade da Anna Tsing, antropóloga, e que, mesmo assim, explicou muito didaticamente conceitos complexos da micologia). eu nunca tinha parado pra pensar nas infinitas possibilidades de diálogos do mundo vegetal com as ciências humanas, pelo menos não da forma que a Anna propõe, fazendo intersecções e metáforas (com um balanço entre tratar de ecologia, filosofia, antropologia e política -- mas não digo um balanço necessariamente bom) das probabilidades inusitadas do florescimento de sobrevivências no capitalismo com o ineditismo dos matsutakes, trazendo de volta os humanos ao que nós realmente somos, seres pertencentes ao reino animalia, seres que fazem parte da natureza, e não como indivíduos acima dela. nossas conexões globalizadas, redes de contatos, são uma grande micélia... queria ter visto uma perspectiva um pouquinho mais pós-colonial também. um ponto que já comentei e que incomodou bastante foi o fato da análise econômica ter sido bem fraca e rasa, acho que isso aconteceu porque a Anna pareceu nossa maravilhada por conta dos mercados "alternativos" de matsutake no Japão e etc mas que são só apenas um sintoma comum e já muito bem conhecido do capitalismo na verdade rs (não nada de inovador como o livro se propunha na introdução). seria interessante se a Anna tivesse encaixado melhor dentro do capitalismo como esses mercados que nascem da "perturbação" e "imprevisibilidade", porque ficou tudo em abstrato. a riqueza da análise da obra dela reside apenas, no meu ver, na proposição do nosso paralelo com a vida vegetal e na discrição antropológica em si. de resto, a beleza é o experimentalismo do livro. só pra finalizar, preciso falar mais uma vez: que trabalho mais inspirador. fazem muita falta obras/tratados nas ciências humanas e sociais que realmente transpareçam que o pesquisador quer subverter uma ordem de pensamento e fazer uma análise holística, ou seja, que o pesquisador realmente tem um desejo de mudar o mundo. claramente não foi um trabalho muito bem sucedido, pelo fato do balanço entre biologia e política/economia não ter sido o dos melhores, no meu ver, além de que faltou uma conclusão mais concisa (talvez também não deixar tantas coisas em aberto), levando em consideração de que o livro foi bem bem bem fragmentado (o que até me agradou), a análise econômica bem mais bem anêmica... mas ainda vou dar 4 estrelas pela coragem experimentalista que me impressionou. a intenção foi boa...

    3 curtidas

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    • 4 estrelas41%
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    Anna Lowenhaupt Tsing profile picture

    Anna Lowenhaupt Tsing

    Anna Lowenhaupt Tsing (nascida em 1952) é uma antropóloga americana. Ela é professora do Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz. Em 2018, ela foi premiada com a Medalha Memorial Huxley do Royal Anthropological Institute. Juntamente com a estudiosa Donna J. Haraway, Tsing cunhou Plantationoceno como um termo alternativo para a época proposta Antropoceno que centra as atividades humanas na transformação do planeta e seu efeito negativo no uso da terra, ecossistemas, biodiversidade e extinção de espécies. Tsing e Haraway apontam que nem todos os seres humanos contribuem igualmente para os desafios ambientais que nosso planeta enfrenta. Eles datam a origem do Antropoceno até o início do colonialismo nas Américas no início da era moderna e destacam a história violenta por trás dele, concentrando-se na história das plantações. (Wikipedia)

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    Anna Lowenhaupt Tsing