Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições6
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas8
    • Leitores392
    • Similares3
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Los fantasmas de mi vida (Colección Futuros Próximos) - Escritos sobre depresión, hauntología y futuros perdidos

    Mark Fisher,Pablo Schanton (Prólogo)

    Caja Negra
    2018
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9789871622610
    Espanhol
    4
    58 avaliações
    Leram90Lendo36Querem265Relendo0Abandonos1Resenhas8
    Favoritos0Desejados265Avaliaram58

    En su primer libro, Mark Fisher llamó “realismo capitalista” a la creencia generalizada de que no es posible una alternativa al capitalismo, de que estamos obligados a enterrar en el pasado cosas como la solidaridad de clase o el concepto de lo público a cambio de seguir conectados al circuito privado de consumo y entretenimiento. Pero, ¿es posible clausurar de manera definitiva nuestros horizontes y resignar todo proyecto transformador? La tesis central que comparten los artículos aquí reunidos es que este presente clausurado, condenado a la repetición y al pastiche, estará siempre acechado por los fantasmas de aquello que ya no es y aquello que nunca fue. Y que es necesario reactivar la memoria histórica y esos futuros perdidos para escapar de la temporalidad detenida en la que vivimos. En esta suerte de Espectros de Marx para el siglo XXI, Mark Fisher se enfrenta a las ruinas de aquel momento en que la cultura popular –en especial la música– todavía tenía la capacidad de producir formas innovadoras y soñar con modos de vida radicalmente alternativos. En la experiencia colectiva de las raves, el rechazo al trabajo de los mods, el modernismo militante de los postpunks resuena aún la prometeica ambición de la clase trabajadora de producir un mundo que exceda existencial y estéticamente a la cultura burguesa. Pero no se trata de aferrarse de manera nostálgica a ese pasado para refugiarnos del presente: no abandonar los fantasmas implica no ajustarse a lo que las condiciones actuales llaman “realidad”. Estos penetrantes ejercicios de análisis cultural, que comprenden no solo música sino también la obra de directores como Kubrick, Cronenberg o Christopher Nolan, son para Fisher rituales para exorcizar el espectro que lo persiguió toda su vida: la depresión. Porque si identificamos estructuras sociales allí donde el neoliberalismo solo ve elecciones y responsabilidades personales, seremos capaces de convertir el padecimiento individual en ira politizada.

    Edições (6)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (8)Ver mais
    Caio Henrique picture
    Caio Henrique24/04/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Mark Fisher: vivendo entre fantasmas

    No livro publicado em 2022, Fantasmas da minha vida, de Mark Fisher possui alguns achados culturais, políticos e existenciais. Gostaria de pontual algumas notas de leitura Quando afirmamos que o pessoal é político, estamos também confirmando o seu contrário — o político é pessoal. Ao tomarmos consciência disso, temos a oportunidade de considerar que o ambiente cultural faz dos indivíduos vítimas políticas das mudanças impostas pelas transformações culturais. É o que acontece com o professor David Lurie em Desonra de Coetzze. Onde, acaba sofrendo os impactos políticos e pessoas das transformações culturais que ocorreram na África do Sul pós-apartheid. Conforme mostra Fisher, o drama do professor Lurie, é um exemplo de como a realidade pode se tornar insuportável. Mas, ao adotarmos uma perspectiva cultural sobre os problemas que nós atingem e afligem, devemos buscar por respostas culturais. Dessa maneira, encontramos um caminho para aprendemos a lidarmos politicamente com nossas dores sociais. A dor da condição humana é inevitável. A dor fragmentam nossa humanidade. Ela é um movimento. Uma força contraditória que nos obriga a buscar por relações sociais. Em outras palavras, somos obrigados a procurar por pessoas que consigam demonstrar solidariedade social com as dores que carregamos. E é isso que Mark Fisher procurar fazer com seus escritos sobre depressão, assombrologia e futuros perdidos.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 58
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%