Gespenster meines Lebens - Depression, Hauntology und die verlorene Zukunft

    Mark Fisher

    Fuego
    2015
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-10: B00WF6P2KK

    "Es gibt keine Zukunft mehr, sie ist uns abhanden gekommen. Heute ist es einfacher, sich das Ende der Welt vorzustellen als das Ende des Kapitalismus." - Mark Fisher Mark Fisher zeigt in seinen Essays, dass uns Gespenster einer Zukunft heimsuchen, die sich nicht einstellen will. Er weist auf die Sackgassen hin, in der sich die Pop-Kultur befindet. Spuren dieser verlorenen Zukunft findet er bei David Peace, Goldie, John Le Carré, Christopher Nolan, Joy Division, Ghost Box, Burial und vielen anderen.

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    Caio Henrique24/04/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Mark Fisher: vivendo entre fantasmas

    No livro publicado em 2022, Fantasmas da minha vida, de Mark Fisher possui alguns achados culturais, políticos e existenciais. Gostaria de pontual algumas notas de leitura Quando afirmamos que o pessoal é político, estamos também confirmando o seu contrário — o político é pessoal. Ao tomarmos consciência disso, temos a oportunidade de considerar que o ambiente cultural faz dos indivíduos vítimas políticas das mudanças impostas pelas transformações culturais. É o que acontece com o professor David Lurie em Desonra de Coetzze. Onde, acaba sofrendo os impactos políticos e pessoas das transformações culturais que ocorreram na África do Sul pós-apartheid. Conforme mostra Fisher, o drama do professor Lurie, é um exemplo de como a realidade pode se tornar insuportável. Mas, ao adotarmos uma perspectiva cultural sobre os problemas que nós atingem e afligem, devemos buscar por respostas culturais. Dessa maneira, encontramos um caminho para aprendemos a lidarmos politicamente com nossas dores sociais. A dor da condição humana é inevitável. A dor fragmentam nossa humanidade. Ela é um movimento. Uma força contraditória que nos obriga a buscar por relações sociais. Em outras palavras, somos obrigados a procurar por pessoas que consigam demonstrar solidariedade social com as dores que carregamos. E é isso que Mark Fisher procurar fazer com seus escritos sobre depressão, assombrologia e futuros perdidos.

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