Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas6
    • Leitores353
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Os Caminhos Para a Modernidade - Os Iluminismos Britânicos, Francês e Americano

    Gertrude Himmelfarb

    Edições 70
    2015
    302 páginas
    10h 4m
    ISBN-13: 9789724418490
    Português
    4.3
    39 avaliações
    Leram60Lendo19Querem273Relendo1Abandonos0Resenhas6
    Favoritos0Desejados273Avaliaram39

    Este livro e uma tentativa ambiciosa (mais ambiciosa do que a sua extensão permite) de recuperar o Iluminismo dos críticos que o desdouram e dos defensores que o aclamam acriticamente, dos pós modernistas que negam a sua existência e dos historiadores que o menosprezam ou depreciam, acima de tudo dos franceses que o tem dominado e usurpado. Ao recuperar o Iluminismo, proponho-me restitui-lo, em boa parte, aos britânicos que ajudaram a criá-lo que criaram aliás um Iluminismo muito diferente do dos franceses.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (6)Ver mais
    Caroline de Freitas picture
    Caroline de Freitas27/03/2025Resenhou um livro
    0

    Iluminismos em contraste

    A autora estrutura o livro em três grandes seções, cada uma dedicada a um "Iluminismo" específico. O Iluminismo britânico, que ela chama de "sociologia da virtude", é apresentado como o mais original e moralmente fundamentado. Baseado em pensadores como Adam Smith e Edmund Burke, esse modelo valorizava a benevolência, a compaixão e a solidariedade, enraizadas na religião, no comércio e na liberdade. Diferente de uma busca por rupturas revolucionárias, os britânicos priorizavam reformas graduais, refletindo uma confiança nos costumes e nas virtudes sociais como alicerces da civilização. Em contraste, o Iluminismo francês, apelidado por Himmelfarb de "ideologia da razão", é retratado como radical e utópico. Influenciado por figuras como Rousseau, Voltaire e Condorcet, esse movimento apostava na regeneração da humanidade por meio da razão pura, rejeitando tradições e instituições religiosas. A autora critica essa visão, apontando que a crença na "perfectibilidade humana" culminou em consequências trágicas, como o Reinado do Terror durante a Revolução Francesa, simbolizado pelas decapitações promovidas por Robespierre. Já o Iluminismo americano, descrito como "política da liberdade", emerge como uma síntese pragmática, fortemente inspirada pelo modelo britânico, mas adaptada ao contexto colonial. Com os federalistas como protagonistas, os Estados Unidos construíram uma sociedade que combinava liberdade individual, instituições sólidas e valores permanentes, resultando em uma nação marcada pela liberdade de imprensa, econômica e religiosa. Himmelfarb destaca que, apesar de suas raízes britânicas, o modelo americano se distingue por seu foco na liberdade como valor supremo, temperado por uma moralidade prática. A tese central da obra é que o Iluminismo não foi um fenômeno monolítico, mas sim um conjunto de caminhos distintos, cujas diferenças moldaram as sociedades modernas de maneiras contrastantes. Himmelfarb defende que os modelos britânico e americano, com sua ênfase em virtudes sociais e liberdade pragmática, oferecem lições mais duradouras para a modernidade do que o racionalismo abstrato francês.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 39
    • 5 estrelas49%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas3%