The Seine Was Red - Paris, October 1961

    Leïla Sebbar

    Indiana University Press
    2008
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9780253220233

    Leïla Sebbar's novel recounts an event in French history that has been hidden for many years. Toward the end of the Algerian war, the FLN, an Algerian nationalist party, organized a demonstration in Paris to oppose a curfew imposed upon Algerians in France. About 30,000 Algerians gathered peacefully, but the protest was brutally suppressed by the Paris police. Between 50 and 200 Algerians were killed and their bodies were thrown into the Seine. This incident provides the background for a more intimate look into the history of violence between France and Algeria. Following three young protagonists―one French, one Algerian, and one French national of Algerian descent―Sebbar takes readers on a journey of discovery and comprehension. Mildred Mortimer's impressive translation conveys the power of Sebbar's words in English and allows English-speaking readers an opportunity to understand the complex relationship between past and present, metropole and colony, immigrant and citizen, that lies at the heart of this acclaimed novel.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Rômulo Rocha picture
    Rômulo Rocha16/03/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    La seine était rouge, de Leila Sebbar - 8/10

    Nascida em Aflou, na Argélia, filha de pai argelino e mãe francesa, Leïla Sebbar vive agora em Paris. Romancista e contista, é autora de um grande número de livros, entre eles a trilogia Sherazade (Stock), I don't speak my father's language (Julliard), Les Femmes au bain (Azul ao redor), O pintor e seus modelo (Al Manar-Alain Gorius), A Ravina da Mulher Selvagem (Thierry Magnier), Meu Querido Filho (Elyzad). A trama deste livro é ambientada em uma Paris de 1961 com a guerra da Argélia próxima do fim. Em resposta ao toque de recolher imposto aos argelinos por Maurice Papon, então chefe de polícia, a FLN organizou uma manifestação pacífica em Paris. A carga policial: violência, prisões em massa, espancamentos, assassinatos, argelinos jogados no Sena. Amel, a protagonista, tem dezesseis anos. Às vezes, ela ouve a mãe e a avó discutirem assuntos sérios em uma língua, o árabe, que ela não entende bem. Quando ela faz perguntas, as mulheres recuam. Com a ajuda de Omer, um jornalista argelino refugiado, e graças ao documentário de Louis, filho de uma francesa que adotou a causa argelina, Amel começa a entender algumas destas discussões e isso irá causar profundas questões em sua vida. Um romance polifônico, denso, essencial e comovente. O Sena Era Vermelho (tradução livre) levanta o véu do esquecimento em uma das páginas mais dolorosas da história da França contemporânea. #resenhasdoromulo #literaturaargelina #leilasebbar #Laseineétaitrouge

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%