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    Orbital (Panorama de narrativas) -

    Samantha Harvey

    ‎Editorial Anagrama
    2025
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-13: 9780802161550
    Espanhol
    3.5
    293 avaliações
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    Orbital / [ASIN: B0DP1TYXCV ] / [ISBN: 9788433929693 / 8433929690 ] Premio Booker 2024. Un himno maravilloso a lo ordinario y lo espectacular narrado a cuatrocientos kilómetros de la Tierra. Un grupo de seis astronautas lleva a cabo una misión rutinaria en la Estación Espacial Internacional, en la órbita terrestre baja. La de Pietro, italiano, es monitorizar los microbios presentes en la nave. Chie, la tripulante japonesa, cultiva cristales de proteínas y, al igual que sus compañeros, es objeto de estudio del impacto de la microgravedad en el funcionamiento neuronal. Shaun, el americano del grupo, observa qué les ocurre a las raíces de las plantas ante la falta de luz y gravedad para saber cuándo y cómo poder cultivarlas. Nell, del Reino Unido, recoge los datos que le proporcionan sus cuarenta ratones acerca del desgaste muscular en el espacio. Roman y Anton, que ocupan el módulo ruso, están al cargo del mantenimiento del generador de oxígeno. Todos deben informar sobre sus cefaleas; todos se acercan en algún momento a las ventanas de observación y fotografían los lugares que les han sido asignados; todos cambian los detectores de humo, limpian el baño y la cocina, arreglan el inodoro. Y luchan contra la disipación de sus cuerpos para no volver a casa con los huesos frágiles y débiles como corderos. Cada uno de ellos pasará en la estación seis meses, más de ciento ochenta días en los que darán unas dieciséis vueltas diarias a la Tierra. En las más de cuatro mil horas que vivirán en el espacio reflexionarán acerca de qué los ha llevado a ser astronautas y hasta qué punto lo que están viviendo ahora se parece a lo que habían imaginado entonces. Orbital es un viaje a los límites de nuestras certezas, un relato sobre el vértigo que produce la confrontación con un vacío cósmico y una transformación existencial: íntima, pero también de un alcance universal, el que nos habla de lo que somos y creemos ser como especie. Una novela con momentos de puro éxtasis contemplativo, capaz de expandir, gracias a una exquisita elección de las imágenes y las palabras, nuestra percepción de lo que la literatura puede llegar a hacer perceptible. A slender novel of epic power, Orbital deftly snapshots one day in the lives of six women and men hurtling through spacenot towards the moon or the vast unknown, but around our planet. Selected for one of the last space station missions of its kind before the program is dismantled, these astronauts and cosmonautsfrom America, Russia, Italy, Britain, and Japanhave left their lives behind to travel at a speed of over seventeen thousand miles an hour as the earth reels below. We glimpse moments of their earthly lives through brief communications with family, their photos and talismans; we watch them whip up dehydrated meals, float in gravity-free sleep, and exercise in regimented routines to prevent atrophying muscles; we witness them form bonds that will stand between them and utter solitude. Most of all, we are with them as they behold and record their silent blue planet. Their experiences of sixteen sunrises and sunsets and the bright, blinking constellations of the galaxy are at once breathtakingly awesome and surprisingly intimate. So are the marks of civilization far below, encrusted on the planet on which we live. Profound, contemplative and gorgeous, Orbital is an eloquent meditation on space and a moving elegy to our humanity, environment, and planet.

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    Régis Maz picture
    Régis Maz02/02/2026Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    O exercício de tentar ver o mundo de cima

    Aviso importante: se você prefere tramas intensas, personagens muito detalhados ou ritmo acelerado, esse pode não ser um livro fácil de apreciar. Samantha Harvey nos entrega um livro relativamente curto, sem um grande enredo dramático ou reviravoltas clássicas. Ele funciona mais como uma meditação poética sobre tempo, existência e nossa relação com a Terra. A narrativa me fez acompanhar a rotina de seis astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional ao longo de 24 horas, período em que eles completam 16 órbitas ao redor da Terra. Essa repetição acabou sendo usada pela autora como um mecanismo próprio do livro: as órbitas retornam, as imagens se reiteram e os pensamentos giram em torno dos mesmos eixos. No entanto, mesmo parecendo, em um primeiro momento, que a repetição me causaria cansaço, não foi isso que aconteceu. Acho que o livro me pegou em um momento muito específico de introspecção, numa manhã chuvosa, depois de uma noite difícil, e não sei se por causa disso ou por mérito exclusivo do livro, ele me fez sentir como se eu, assim como os astronautas, estivesse à deriva no espaço, completamente sozinha, envolta em uma solidão tranquila. Como se eu fosse a única pessoa no universo olhando o mundo, nossa Terra, lá de cima, imaginando o que o restante da humanidade estaria fazendo enquanto eu estava ali, perdida, vagando pela minha própria mente, sentindo no coração o vazio silencioso da existência. Orbital fez minha mente alçar voo para um lugar diferente daquele para onde outros livros costumam me levar. Me levou a pensar mais profundamente sobre a brevidade da vida, sobre nossa capacidade de sonhar e transformar sonhos em realidade, sobre nossa insignificância diante da imensidão do universo e sobre a fragilidade do nosso pequeno planeta azul. Dito isso, Orbital acabou criando, para mim, uma espécie de atlas moral do planeta. Enquanto acompanhei a repetição cíclica da narrativa, surgiram figuras como o pescador isolado em sua ilha, os biólogos no gelo e os próprios astronautas no espaço. Todos eram humanos vivendo em condições extremas, separados por distâncias intransponíveis, vistos uns pelos outros sem nunca realmente se encontrarem, existentes apenas através da imaginação de quem observa. Ao ler esses episódios como símbolos, o livro se tornou, para mim, mais coeso, mais inquietante e, honestamente, mais bonito.

    103 curtidas

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