Elias Portolu - A Novel

    Grazia Deledda

    Kevan Houser
    2020
    258 páginas
    8h 36m
    ISBN-13: 9781648717789

    Returning to his Sardinia home after a stint in a prison on the Italian mainland, young Elias desperately wants to be an obedient son, a hard-working shepherd, and a loyal brother, and his initial progress in that direction raises his devout mother’s hopes that her youngest boy is back on the path of righteousness. But when Elias falls in love with the wrong woman, he quickly finds himself battling sin, and is willing to go to any length to overcome it. Deledda poignantly unfolds the tale of a fundamentally tortured soul, a young man torn between good and evil, between being a man of God or a mortal man with desires of the flesh, between his duty to his family and his only chance at happiness. Elias Portolu is a fascinating glimpse into a vanished world of modest, humble, hard-working Sardinian shepherds and farmers enjoying life as they eke out an existence on the sometimes harsh but always beautiful Mediterranean island at the turn of the twentieth century. First published in 1903, Elias Portolu continues to resonate with readers today because Deledda’s crisp, direct prose tells an engaging story that doesn’t seem outdated in either theme or style. Before there was Elena Ferrante, Natalia Ginzburg, or Elsa Morante, Grazia Deledda was a prolific writer who received the Nobel Prize for Literature in 1926 (one of only six Italians, and the only Italian woman, to date, to receive this prestigious award). Now, this early novel is readily available in a fresh, modern English translation.

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    Bárbara Luiza Krauss24/06/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Elias Portolu volta do cárcere para uma nova realidade familiar, é bem recebido por todos, até pelos agregados que não conhecia. Mas a beleza de uma mulher em especial chama a sua atenção, é Maddalena, a noiva de seu irmão. A despeito das provocações familiares sobre masculinidade que permeiam a obra de Deledda reposiciona a masculinidade do protagonista, retirando-a do espaço de ação e decisão tão comum aos homens nas histórias de romances proibidos, e nos fazendo acompanhar com desespero o arrastar de suas dúvidas e desejos. É um romance sobre o que não fazer quando se apaixonar, sobre não mergulhar em uma paixão. Mesmo quando Elias chega onde quer é quase que por força do destino, não sua. As referências biblicas e a Igreja extrapolam o nome da amada, é desejo, é culpa, é confissão, é sacrifício. E ainda que trate de temas fervorosos a condução do romance impõe seu próprio passo. A criação de imagens da Sardenha encanta de uma forma quase mística e nos dá um gostinho do motivo pelo qual Grazia Deledda ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1926, a segunda autora a conquistá-lo.

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