Decolonizing Methodologies - Research and Indigenous Peoples

    Linda Tuhiwai Smith

    Zed Books
    2021
    344 páginas
    11h 28m
    ISBN-13: 9781786998132

    To the colonized, the term 'research' is conflated with European colonialism; the ways in which academic research has been implicated in the throes of imperialism remains a painful memory. This essential volume explores intersections of imperialism and research - specifically, the ways in which imperialism is embedded in disciplines of knowledge and tradition as 'regimes of truth.' Concepts such as 'discovery' and 'claiming' are discussed and an argument presented that the decolonization of research methods will help to reclaim control over indigenous ways of knowing and being. Now in its eagerly awaited third edition, this bestselling book includes a co-written introduction features contributions from indigenous scholars on the book's continued relevance to current research. It also features a chapter with twenty-five indigenous projects and a collection of poetry.

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    Christiane Depooter picture
    Christiane Depooter05/01/2025Resenhou um livro
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    Linda Tuhiwai Smith (Ngāti Awa e Ngāti Porou, Māori) é uma estudiosa da educação e crítica do persistente colonialismo no ensino e pesquisa acadêmica. O livro trata da pesquisa acadêmica feita sobre os povos indígenas, com ênfase na pesquisa efetuada com os Maori da Nova Zelândia. Na primeira parte ela faz uma crítica ao iluminismo, ao pensamento Ocidental, no sentido que ele não pode nem deve ser aplicado em pesquisas com outras culturas. Mas a arrogância e a certeza de que a pesquisa ocidental é a única objetiva, imparcial e que suas metodologias e métodos são os únicos científicos cria imensas dificuldades para que pesquisadores indígenas, educados no pensamento ocidental consigam realizar suas pesquisas, e pior, se não seguem esta norma acadêmica sequer são ouvidos. Na segunda parte ela demonstra o que é importante para uma pesquisa indígena e o que é possível fazer, quais as dificuldades, obstáculos, e nos traz um exemplo da Nova Zelândia que está funcionando. Ela ressalta a posição indígena sobre as pesquisas e pesquisadores, que eles não apreciam e muitos resistem a isto, uma vez que são pesquisas feitas sobre eles, mas não para eles. Não lhes traz nenhum benefício. Encontrei a mesma situação quando li o livro sobre a Cosmopolítica do cuidado da pesquisadora Nathalia Dothiling com as quilombolas em SC, a desconfiança sobre os pesquisadores, a falta de crédito dada às pesquisas feitas que também não lhes traziam retorno. Além disto há todo um ritual a ser seguido de acordo com as culturas dos povos a serem pesquisados, como com quem falar primeiro, rituais de hospitalidade, de respeito, de criar confiança. Os indígenas cansaram de ser objeto de pesquisa, eles querem ser sujeitos na pesquisa, querem pesquisas que lhes tragam benefícios, que sejam úteis para lidarem com suas questões. Outro problema é que quando se aplica uma epistemologia, e uma metodologia Ocidental não se consegue adentrar de fato na cultura do outro, e isto resulta em inúmeras publicações que criam ideologias inclusive nefastas para estes povos. E isto resulta em uma visão racializada, falsa sobre estes povos.

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