A tão aguardada continuação de Divinos Rivais, a romantasia fenômeno do TikTok O amor deles acabará com a guerra ou destruirá o mundo? Duas semanas se passaram desde que Iris Winnow voltou para casa com o coração partido, mas a guerra está longe do fim e a cidade de Oath permanece em estado de completa descrença e ignorância. Apesar do perigo, Iris não hesita em voltar à linha de frente como correspondente de guerra para reportar os movimentos de Dacre. Afinal, é apenas uma questão de tempo até que a batalha chegue a outra cidade despreparada e prestes a ruir. Até então desaparecido, Roman Kitt acordou no reino de Dacre sem se lembrar de nada do seu passado e, mesmo confuso, começa a escrever artigos em favor do deus. Mas quando uma carta misteriosa aparece em seu guarda-roupa, Roman terá que escolher, de uma vez por todas, entre ficar ao lado de Dacre ou trair o deus que o curou. Embalada por um romance épico e repleta de fantasia, Promessas cruéis é a conclusão da duologia Divinos Rivais e da história de amor arrebatadora de Iris e Roman.
Promessas cruéis (eBook) (Divinos Rivais #4) -
Rebecca Ross
Queime minhas palavras
Queridos Roman e Íris, com meu coração pacato, vocês me apresentaram um mundo no qual eu não quis largar através de uma escrita lindamente poética. Fizeram-me viajar a lugares majestosos. E em minha própria trilha sonora, abriram um leque de lembranças remetentes há dez anos atrás. Eu me senti de volta a euforia de quando li meu primeiro livro. Estou conectada. Creio que pela primeira vez (Segunda? N sei) o TikTok me indicou algo que preste. Pois é, irmãos, os dias de glória vieram. Termino essa duologia satisfeita, embora com algumas pulguinhas atrás da orelha. Os personagens são cativantes, o universo te deixa preso de início ao fim e a Íris é aquela protagonista feita sob medida. Ela é inteligente, teimosa e determinada. Qualidades essas sem acrescentar nem tirar demais. A respeito dessa fantasia, senti que ela é voltada mais para o romance. O que me deixou um pouco frustrada em relação ao enredo da guerra e a briga entre os deuses. Acabei a história sedenta por mais, ávida para conhecer o passado dos deuses e a relação de Dacre e Enva. (Que inclusive, a participação dela no decorrer do livro é muito onírica para uma personagem praticamente vista como uma das protagonistas). Novamente, li uma apresentação de guerra bem feita, com momentos antecedentes de tirar o fôlego e roer a unha de ansiedade mas quando chegou no estopim, puff!! A batalha final não preencheu nem um capítulo. A solução foi um tanto rasa demais. Eu fiquei tipo “Pq a Enva não fez isso antes, então? Evitaria esse caos todo.” A magia que ronda a vida dos mortais pela cidade foi um fato muito interessante e a maneira como ocorre a troca de cartas entre Roman e Íris me encantou. As cartas são lindas, emocionantes e com sentimentos tão íntimos que parecia que era eu que tava recebendo-as pelo meu guarda roupa. A gente vai se apaixonando por eles conforme eles vão se apaixonando também. Apesar de meio sutil, gostei como a autora trouxe uma crítica e um “abrir” de olhos em relação a importância da imprensa/jornalismo em cenários decisivos como aquele para sociedade. De como simples palavras podem influenciar uma nação inteira diante de uma guerra. Uma briga fictícia em volta da realidade. Liberdade de expressão vs censura estatal. Informação é tudo. E nossos protagonistas tinham uma arma e tanto sob o conflito principal, uma forma diferente — Sem deixar de ser importante — De lutar. Por fim, vou aguardar sentadinha e sem pressa um conto/prólogo/spin off de Enva, Dacre e o restante dos deuses, Pois não aceito criar fanfics na cabeça. Não tenho mais tempo.
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