Primeira ficção científica de um dos maiores cientistas brasileiros! Uma ameaça sem precedentes, uma rede de conspiradores poderosos e dispostos a tudo... e apenas uma neurocientista e um matemático podem salvar a humanidade. Em um mundo que já começa a colapsar pela falta de cuidado com o meio ambiente, uma catástrofe sem precedentes na história moderna se aproxima, trazendo consigo o poder de destruir toda a civilização eletrônico-digital. Momentos antes do impacto, um matemático e uma neurocientista, tio e sobrinha, tentam lidar ao mesmo tempo com seus dilemas pessoais e o possível colapso do planeta. Em paralelo, uma enorme conspiração mundial, com seus próprios interesses e ambições, está disposta a controlar as mentes e os destinos da humanidade. Em sua estreia na ficção científica, o neurocientista Miguel Nicolelis mistura cientistas, políticos, personagens do mundo financeiro, figuras históricas e outras inventadas para descrever o impacto de um evento cataclísmico, cujo potencial de destruição é quase inimaginável. Nada mais será como antes nos apresenta um futuro muito próximo e possível – talvez até demais –, servindo tanto de alerta como de um caminho de esperança.
Nada mais será como antes -
Miguel Nicolelis
Leitura dificil, pesada e confusa.
Infelizmente abandonei faltando 100 páginas. Foi mto difícil chegar até onde cheguei. Foi uma das leituras mais difíceis que já tive. Tentei me convencer que o livro é um prenúncio sobre o futuro de uma humanidade tão viciada no mundo digital, tornando se uma espécie zumbi, em como a política, o crime organizado e as big techs se valerão disso para manipular 9 bilhões de pessoas a abrirem mão do essencial que nós faz humanos para nos tornarmos meros seres descartáveis e inuteis. Mesmo assim, foi muito difícil avançar página por página. Gosto mto do Nicolelis como cientista e eu estava com mta expectativa quanto a primeira ficção científica dele. Logo no começo, o excesso de caracterização da personagem do banqueiro e o sarcasmo um tanto antiquado, já me deixaram com uma luz amarela de atenção acesa. O autor colocou muito de si numa outra personagem que ao longo do livro se torna um tanto inconveniente com tantas interrupções aos diálogos da sobrinha Tosca. Aliás, que nome é esse se ela é manauara? A história se passa no Brasil, mas parece q o autor se esqueceu disso colocando mtos elementos americanizados. Diálogos longuíssimos, de páginas inteiras que arrastaram demais a história, tornando o ato de ler o livro uma sessão de tortura e não um ato prazeroso que é a leitura. A glorificação demasiada ao time do coração do autor chega ao nível de vergonha alheia. E ele dedicou mtas páginas a isso, e outros exemplos q eu poderia ficar aqui o dia todo falando, que não enriqueceram a história. As descrições arrastadas e prolixas do autor a coisas sem sentido, capítulos entediantes gigantescos narrando “sonhos” em q se passavam acontecimentos históricos, humor antiquado deslocados dos atuais tempos (me senti as vezes em 1915), personagens q entraram e saíram da história do nada (não precisavam estar ali e tbm não acrescentaram riquezas à ficção do autor)… o evento principal da história que foi citado apenas em 2 páginas, sequer teve um capítulo inteiro pra ele, me deixando com várias questões em aberto sobre… e pelo o q eu vi, ele não explicou mais. As 100 páginas restantes não tiveram nenhuma explicação sobre os eventos importantes, então tomei a decisão por dar fim a leitura. Enfim.. arrependida pq foi um livro caro, quase $90 que vou acabar trocando num sebo qqr pq não consigo sequer olhar pra capa mais, de tão cansada que fiquei. Não é uma leitura que recomendo, nem como prenúncio dos anos que virão. O alerta do autor sobre o uso exagerado de “tecnologias” como inteligência artificial, posso citar outros livros melhores. Nada será como antes não vai ser um livro que exibirei com orgulho na minha estante.
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