O preconceito, seja de que natureza for, é uma crença pessoal, uma postura individual diante do outro. Qualquer pessoa pode achar que um modo de falar é mais bonito, mais feio, mais elegante, mais rude do que outro. No entanto, quando essa postura se transforma em atitude, ela se torna discriminação e toda discriminação tem de ser alvo de denúncia e de combate. No caso da língua, é imprescindível que toda cidadã e todo cidadão que frequenta a escola (pública ou privada) receba uma educação linguística crítica e bem informada, na qual se mostre que todos os seres humanos são dotados das mesmíssimas capacidades cognitivas e que todas as línguas e variedades linguísticas são instrumentos perfeitos para dar conta de expressar e construir a experiência humana neste mundo. “A contundência e a radicalidade com que Bagno costuma expor suas críticas (frequentemente em meios de ampla difusão) fizeram dele uma personalidade extremamente polêmica, que conquista adesões entusiastas e ódios incondicionais. Trata-se de um linguista combativo, de todo afastado do modelo do acadêmico supostamente neutro. Bagno toma partido abertamente, convencido de que esta é a única maneira honesta de contribuir para o conhecimento” [Pere Comellas Casanova, Universidade de Barcelona).
Preconceito linguístico -
Marcos Bagno
Parábola Editorial
2015
186 páginas
6h 12m
ISBN-10: B08KRLPLBC
Português Brasileiro
Resenhas (213)Ver mais
Estatísticas
Avaliações
4.2 / 3475- 5 estrelas44%
- 4 estrelas31%
- 3 estrelas18%
- 2 estrelas4%
- 1 estrelas2%





