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    A Arte de ter Razão E Outros Ensaios - 38 Estratégias Para Vencer Qualquer Discussão

    Arthur Schopenhauer

    Temporalis
    2024
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9786550475079
    Português Brasileiro
    3.5
    7 avaliações
    Leram10Lendo2Querem23Relendo0Abandonos0Resenhas5
    Favoritos0Desejados23Avaliaram7

    Como usar argumentos para evitar situações difíceis? Você reconhece todas as falhas no argumento de outra pessoa? Mergulhe na arte da persuasão e da argumentação com A arte de ter razão, do célebre filósofo alemão Arthur Schopenhauer. Nesta obra convincente, Schopenhauer disseca as estratégias e táticas utilizadas em debates e discussões, revelando as técnicas que permitem prevalecer, não por meio da força dos seus argumentos, mas sim da astúcia da sua retórica. As percepções de Schopenhauer sobre a arte do debate permanecem atemporais, oferecendo aos leitores um vislumbre da psicologia do raciocínio e do discurso humanos. Este livro serve como um guia tanto para a defesa engenhosa da própria posição quanto para a identificação de raciocínios falaciosos em outras pessoas, tornando-se uma leitura essencial para qualquer pessoa interessada nas nuances da argumentação e da retórica. Nesta edição também estão reunidos outros perspicazes ensaios do autor, que versam sobre arte, sabedoria, genialidade e virtude.

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    Patrick Stival picture
    Patrick Stival29/03/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Me surpreendeu

    Pelo que eu escutava falar do Schopenhauer, achei que ia terminar o livro com depressão, mas foi muito pelo contrário. A parte das estratégias pra debates é razoavelmente interessante, mas eu gostei mesmo foi dos outros ensaios. O ensaio sobre observações psicológicas é muito bom. Consegui observar os mesmos comportamentos em pessoas do meu ciclo. Os outros ensaios são excelentes também. Eu esperava ler algo triste, mas acabei encontrando textos bem sinceros, úteis e fáceis de se sentir identificado. A parte dos argumentos tem várias frases em latim e jargão técnico que eu não entendi, mas mesmo assim foi uma boa leitura.

    1 curtida

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    3.5 / 7
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    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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