La vorágine (ESPEJO DE AGUA) - Primera edcción 1924

    José Eustasio Rivera

    Universidad Nacional de Colombia
    2024
    470 páginas
    15h 40m
    ISBN-13: 9789585055643
    Espanhol

    as ediciones de La Vorágine se cuentan por legiones: desde las doctas, cargadas de notas al pie, hasta las de filibustera factura, que no pueden faltar en cualquier agáchese. La apropiación popular de la novela también ha sido innegable. Aún hay quienes se la aprenden de memoria y difícilmente habrá territorio de frontera donde no exista una pensión o una casa de empeño llamada «La Vorágine». Para ser centenaria, no merma su necesidad. Pero el éxito le ha traído consigo dos maldiciones: ser encasillada en categorías limitadas, como «novela de la selva», «novela de la violencia», "novela de las caucherías", atinadas pero parciales para una obra que es justamente sobre la vastedad y la porosidad de las fronteras. La segunda maldición es que se haya vuelto de obligada lectura en el colegio, y que cuando más debiera maravillar, espante. La recordamos como una tarea indigesta e irrelevante, hasta que la leemos con ojos nuevos y nos sorprende y fascina como un tesoro recién descubierto. El regreso a ‘La Vorágine’ suele volvernos adeptos, si no adictos a sus páginas. La primera versión de la novela, la de 1924, que conmemoramos con esta edición, era más osada y cadenciosa que las posteriores; aquí reproducimos su prosa poética, con arriesgada fidelidad, e incluimos las fotografías que Rivera consideró fundamentales para soportar la historia, en un gesto vanguardista sin precedentes, ignorado después con inexplicable terquedad. Acompañamos la novela con una sección de notas al final -en donde hacemos una confrontación con los manuscritos que conserva la Biblioteca Nacional de Colombia, que arroja nuevas luces sobre las bases históricas y las primeras intenciones narrativas del autor- y quince textos que demuestran su inagotable vigencia y dialogan con ella desde el amplio espectro de las disciplinas sociales y humanas.

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    R .12/07/2021Resenhou um livro
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    Edição da Francisco Alves Editora (1982)

    A obra é relato de uma travessia na Amazônia, especificamente na Colômbia, por Arturo Covas, o protagonista, que vive caso amoroso não aceito pela família da jovem Alícia. Devido a fuga na busca de novas perspectivas e oportunidades, passam por vilarejos e gradativamente adentram a floresta, sofrendo impactos de realidades desconhecidas. Esse é o principal aspecto do livro, com as personagens encontrando-se e desencontrando-se, até sumariamente terem destino desconhecido pelo narrador, como se fossem tragadas pela floresta, termo que justifica a "voragem" do título, que alcança não apenas as personagens mas os homens em vários sentidos. Na real, Arturo e Alícia são apenas pretexto para apresentação da Amazônia. O livro tem concepção naturalista e a floresta, no avançar da história, vai se tornando o foco principal. Vemos realidades impactantes no cenário natural (naufrágios, mortes por ataque de jacaré, queda de árvores, doenças ou no trato com gado, em ambientes viscerais) e realidades sociológicas violentas no trato entre os homens (exploração e arbitrariedades de fazendeiros, sistema de aviamento que escravizava os seringueiros, injustiça social), além de costumes do homem integrado nesse meio. Importante registrar que a riqueza de informações deve-se a experiência do autor em travessia parecida, a serviço político na fronteira entre Colômbia e Venezuela (1922), testemunhando vivências como as que relatou no livro. A história em si, no sentido romântico, não empolga (pelo menos na minha leitura, realizada por curiosidade), porém, como retrato sócio-ambiental é uma das mais relevantes obras da literatura colombiana. Leitura em Macapá, contexto da vacinação contra a covid... Nessa semana atingimos a faixa de 35 anos... A exemplo de outros locais, o povo se perde numa antítese besta, de associar o avanço da vacinação com descuido nas medidas em recomendação no momento...

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