La vorágine -

    José Eustasio Rivera

    519
    2011
    440 páginas
    14h 40m
    ISBN-10: B006KVKRS8
    Espanhol

    La vorágine” es una novela del escritor colombiano José Eustasio Rivera (1888, Neiva, Tolima), fallecido a la temprana edad de 40 años (1928, New York), publicada por primera vez en 1925. Obra considera una de las más importantes dentro del modernismo latinoamericano, aunque también suele ser asociada al costumbrismo por la descripción realista de las culturas rurales, y del modo de expresarse de los colonos. La médula de la novela se encuentra en la crudeza de la colonización de la selva amazónica, y las condiciones de esclavitud a la que son sometidos los colonos e indígenas durante la fiebre del caucho. En “La vorágine”, la selva y los hombres que sobreviven en ella son representados como una fuerza devoradora, que arrastra a todo lo bueno y puro, convirtiendolo en algo degradante y enfocado al mal. Arturo Cova, poeta, el protagonista, huye con Alicia a los llanos, pero pronto la promesa de libertad de estos se ve truncada por la violencia. Entonces, se ve obligado a emprender un viaje en busca de su prometida, raptada por los caucheros, en medio de apelaciones a Lucifer y al dolor. En las profundidades del infierno verde, Cova conocerá el yagé, el asesinato, la lucha, la esclavitud, el horror y la muerte.

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    R .12/07/2021Resenhou um livro
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    Edição da Francisco Alves Editora (1982)

    A obra é relato de uma travessia na Amazônia, especificamente na Colômbia, por Arturo Covas, o protagonista, que vive caso amoroso não aceito pela família da jovem Alícia. Devido a fuga na busca de novas perspectivas e oportunidades, passam por vilarejos e gradativamente adentram a floresta, sofrendo impactos de realidades desconhecidas. Esse é o principal aspecto do livro, com as personagens encontrando-se e desencontrando-se, até sumariamente terem destino desconhecido pelo narrador, como se fossem tragadas pela floresta, termo que justifica a "voragem" do título, que alcança não apenas as personagens mas os homens em vários sentidos. Na real, Arturo e Alícia são apenas pretexto para apresentação da Amazônia. O livro tem concepção naturalista e a floresta, no avançar da história, vai se tornando o foco principal. Vemos realidades impactantes no cenário natural (naufrágios, mortes por ataque de jacaré, queda de árvores, doenças ou no trato com gado, em ambientes viscerais) e realidades sociológicas violentas no trato entre os homens (exploração e arbitrariedades de fazendeiros, sistema de aviamento que escravizava os seringueiros, injustiça social), além de costumes do homem integrado nesse meio. Importante registrar que a riqueza de informações deve-se a experiência do autor em travessia parecida, a serviço político na fronteira entre Colômbia e Venezuela (1922), testemunhando vivências como as que relatou no livro. A história em si, no sentido romântico, não empolga (pelo menos na minha leitura, realizada por curiosidade), porém, como retrato sócio-ambiental é uma das mais relevantes obras da literatura colombiana. Leitura em Macapá, contexto da vacinação contra a covid... Nessa semana atingimos a faixa de 35 anos... A exemplo de outros locais, o povo se perde numa antítese besta, de associar o avanço da vacinação com descuido nas medidas em recomendação no momento...

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