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    Heavenly Tyrant (Iron Widow #2) -

    Xiran Jay Zhao

    Rock the Boat
    2024
    540 páginas
    18h 0m
    ISBN-10: B0BL1K4XKS
    3.4
    198 avaliações
    Leram234Lendo88Querem705Relendo0Abandonos21Resenhas64
    Favoritos0Desejados705Avaliaram198

    THE WAIT IS OVER. ZETIAN IS BACK WITH A VENGEANCE. She is hated by both men and gods, and heaven and earth cannot allow her to exist. After suffering devastating loss and making drastic decisions, Zetian finds herself on the seat of power in Huaxia, but she has also learned that her world is not as it seems. Revelations about an enemy who dangles one of her loved ones as a hostage force Zetian to share power with a dangerous man she cannot simply depose. Despite their mutual dislike and distrust, the two must work together to take down their common enemy and stoke a revolution against the systems of exploitation that plague their world. However, power is not so easy to wield once seized, and a revolution is not so easy to control once unleashed. As Huaxia’s former elites strike back and the common people's fervour for justice turns bloody and paranoid, can Zetian remain a fair and just ruler? Or will she be forced to rely on fear and violence and succumb to her darker instincts in her quest for vengeance and liberation? THE EPIC SEQUEL TO IRON WIDOW.

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    Helloisa23/01/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Heavenly Tyrant

    O livro até tenta, mas se perde no meio do caminho. Zetian ainda tem sua fúria e ares de protagonista inquebrantável, mas suas decisões parecem cada vez mais impulsivas e menos calculadas (apesar dos diversos tutores tentando ensiná-la sobre estratégia, economia, combate, política etc). Qin Zheng, o novo imperador saído do congelador, tinha potencial para ser um personagem fascinante, mas fica em segundo plano durante boa parte da história. Já Yizhi? Um desserviço! Difícil acreditar que a mesma autora que nos entregou uma dinâmica poliamorosa instigante no primeiro livro tenha resolvido jogá-la para escanteio agora. Shimin aparece pouquíssimo, e quando aparece… bom, digamos que ele está em condições duvidosas. O final? Maluquice atrás de maluquice! A trama se enrosca num emaranhado de política e economia que não convence, enquanto personagens queridos do primeiro livro são relegados ao esquecimento. A autoconfiança de Zetian se transforma em arrogância, e a história parece se perder na tentativa de transformar seu discurso em algo maior do que consegue sustentar. A escrita continua truncada, agora agravada por um festival de referências anacrônicas que quebram a imersão. Além disso, o livro não confia no leitor: os discursos sobre revolução e luta de classes são tão repetitivos que soam como panfleto político em vez de narrativa. Zetian, que antes era uma protagonista feroz, agora parece se apaixonar por qualquer um que passe cinco minutos com ela – e a desculpa de que isso é estratégia de manipulação não convence. A abordagem de sua deficiência também oscila: às vezes ela mal consegue se mover, às vezes se recupera de ferimentos impossíveis num piscar de olhos. E para um livro que deveria ser sobre mechas gigantes e batalhas épicas, a escassez de combates é uma decepção. No fim das contas, Heavenly Tyrant quer ser muita coisa, mas não executa nenhuma delas direito. O que era para ser uma sequência grandiosa se perde em discursos intermináveis, romances forçados e reviravoltas que desafiam a lógica. As discussões filosóficas arrastam o ritmo, os momentos de ação ficam esparsos, e a reviravolta final é puro delírio. Resta saber se a autora vai conseguir juntar os cacos na sequência, porque, do jeito que está, o próximo livro vai precisar de um milagre para colocar essa história de volta nos trilhos. Vale a leitura para quem amou Iron Widow e quer ver onde a história vai parar, mas se você esperava algo à altura – ou melhor –, melhor baixar as expectativas.

    51 curtidas

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    Avaliações

    3.4 / 198
    • 5 estrelas12%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas18%
    • 1 estrelas4%