Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições4
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas386
    • Leitores22563
    • Similares3
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Anjos da morte (ebook) (Filhos do Éden #2) -

    Eduardo Spohr

    Verus
    2013
    730 páginas
    1d 0h 20m
    ISBN-10: 857686245X
    Português Brasileiro
    4.4
    7781 avaliações
    Leram11985Lendo881Querem9353Relendo27Abandonos317Resenhas386
    Favoritos0Desejados9353Avaliaram7781

    Desde eras longínquas, os malakins, anjos virtuosos e sábios, observam e estudam o progresso do homem. Mas eis que chega o século XX, e com ele a acelerada degradação do planeta. Os novos meios de transporte, os barcos a vapor e as estradas de ferro levaram a civilização aos cantos mais distantes do globo, afastando os mortais da natureza divina, alargando as fronteiras entre o nosso mundo e as sete camadas do céu. Isolados no paraíso, os malakins solicitaram então a ajuda dos "exilados", anjos pacíficos que há anos atuavam na terra. Sua tarefa, a partir de agora, seria participar das guerras humanas, de todas as guerras, para anotar as façanhas militares, o comportamento das tropas, e depois relatá-las aos seus superiores celestes. Disfarçado de soldados comuns, esse grupo esteve presente desde as trincheiras do Somme às praias da Normandia, das selvas da Indochina ao declínio da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, foi isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo. Carregado de batalhas épicas, magia negra e personagens fantásticos, "Filhos do Éden: Anjos da Morte" é também um inquietante relato sobre o nosso tempo, uma crítica à corrupção dos governos, aos massacres e extremismos, um alerta para o que nos tornamos e para o que ainda podemos nos tornar.

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (386)Ver mais
    Laura Hofmann picture
    Laura Hofmann24/05/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um resenha emocional

    Primeiramente gostaria de me desculpar de antemão caso o local para postar esta minha impressão não seja exatamente o presente campo, enquanto de resenha. Porém me pareceu o local perfeito para fazer minhas considerações sobre Anjos da Morte. O autor já havia manifestado a intenção de realizar uma viagem pelo século XX, mas a questão é que para mim acabou sendo uma experiência catártica, resgatando minha memória emocional neste processo. Isso porque minha própria história (e de minha família) está misturada com um dos principais eventos deste século, no caso, a Segunda Guerra Mundial. Aos oito anos eu sabia que algo de muito sério havia acontecido com meus avós e que determinara algumas curiosidades em minha família, como o fato de que apesar de serem alemães só se falava inglês em casa. E eu sabia também que tinha relação com a tal guerra, mas ninguém falava mais sobre o assunto e havia um certo sentimento de vergonha em perguntar mais. Mas a curiosidade perdurava então eu fiz o que toda criança de oito anos faz: fuçar ao máximo. Como as enciclopédias só explicavam os fatos e nunca o que eu sentia me pareceu natural verificar a programação de filmes da madrugada atrás de tudo o que tratasse de Segunda Guerra. E assim eu passei algumas madrugadas com fones de ouvido, cuidando para não acordar meus pais, nas quais assisti Aurevoir les Enfants, Cabaré e outros. Depois outros filmes que tratavam de outras guerras e mesmo O Sol da Meia Noite que me fez compreender um outro lado da Guerra Fria. Meus pais nunca desconfiaram o porque eu era tão sonolenta e rabugenta de manhã. Este processo me ensinou que só me restaria entender o que leva à guerra e diante dela ser prática e pragmática olhando o confronto de frente, nunca me esquivando. E dessensibilizando ao máximo, pois estar pronto à lutar é sobreviver e "tudo é um jogo". Porém vamos aos Anjos da Morte. E vamos aos olhos deste anjo. Não qualquer anjo. Um querubim que em Herdeiros de Atlântida me pareceu apenas (e paradoxalmente) um cafajeste de boa índole. Ele também vislumbra conflitos pela ótica pragmática diante do inevitável e das ordens que deveria cumprir como bom querubim. Foi diante deste olhar e do esforço de entender como eu mesma estou aqui e o que eu faria dali para frente que senti o quanto cada conflito, cada guerra, cada morte não é um número ou estatística, mas um Universo. E que a dor de presenciar a corrupção moral deste anjo é a de presenciar a corrupção moral de toda humanidade naquele período. Foi esta conclusão que cheguei que me levou novamente ao momento em que o tal Muro de Berlim caiu: pensamentos pragmáticos sobre guerras e mortes não cabem no terreno conjectura. Porque se um Anjo da Morte não entende e não aceita, não seria a garotinha ruiva acordada de madrugada que iria entender.

    64 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 7781
    • 5 estrelas56%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas12%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%