Superinteressante N° 243 (Setembro de 2007) - Auschwitz - Por Dentro da Fábrica de Matar

    Abril

    Abril
    2007
    114 páginas
    3h 48m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Indice: Capa Auschwitz Entenda como funcionava a indústria da morte SuperFetiche Perdidos no Tempo Produtores de Lost entregam a chave dos mistérios da ilha SuperFetiche Ódio, comunismo e poligamia Leia trechos dos melhores lançamentos do mês segundo a redação da Super SuperNovas Mansão voadora Entre no avião particular de US$ 475 milhões... E mto mais...

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    R .17/05/2023Resenhou um livro
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    Setembro de 2007

    "Auschwitz" Mostra o genocídio nos campos de concentração nazistas como indústria de extermínio planejada para máxima eficiência na cooperação de mentes ardilosas para o crime. O texto destaca detalhes sórdidos (a morte por fuzilamento causava repulsa pela sangria aos nazistas, daí a opção por câmaras de gás); mentes dessa hedionda indústria (como Mengele); destino de alguns desses mentores (Eichmann foi capiturado por agentes secretos israelenses na Argentina, julgado e condenado em Israel); e a conjunção de fatores que sustentava os campos de concentração (governo com sentimento de superioridade, ideologia fundamentalista, adesão popular e logística profissionalizada para o crime). Auschwitz matou mais de 1 milhão de pessoas, porém, o mais 'eficiente', segundo o texto, foi Treblinka, com 99% das pessoas mortas em cerca de duas horas depois da chegada. As pessoas morriam por execução, doenças, inanição, fadiga e experiências malígnas. Que abominável! E tem quem paga pau pra essa desgraça e loucura hoje... "Meninos-soldados" Olha aí exemplo atual sobre a indústria voltada para mortes... A revista é de 2007, mas a realidade é presente em conflitos, com crianças usadas: para plantar e 'limpar' áreas minadas (aflição pensar nas possibilidades da segunda referência); como mensageiras sob fogo cerrado; na exploração de atividades domésticas; e 'favores sexuais'. O livro "O caçador de pipas" apresenta algo dessa revoltante realidade... "Errar é humano" Em 2007 a Super fez 20 anos e essa reportagem destacou algumas previsões e erros nessa trajetória. Gosto muito da revista e a acompanho a anos, sabendo que a ciência é imperfeita e tem das suas patacoadas, mas vou registrar duas edições que deram capa para pontos que não foram apenas erros, mas abordagens vergonhosas, a ponto de não aparecerem no site oficial: - SI 159, de Dezembro de 2000 (inocentava o HIV como causador da AIDS); - SI 161, de Fevereiro de 2001 (deu espaço para cientista anti campanhas de vacinação). No desenrolar da história da Super é o que podemos dizer vivendo e aprendendo, o que serve para todos nós. Essas e outras na edição.

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