Swamp Thing #7 conta com roteiros medianos e arte maravilhosa do Corben. Acredito que publicaram as edições justamente por conta do artista que fez a função de "tapa buraco".
Hellblazer #151 inicia o arco "Boas Intenções", o segundo da fase Azzarello. É um tipo bizarro e doentio de "road movie" em dois atos. O modo como a história é conduzida é bem interessante e cheio de reviravoltas.
Promethea #9 mostra o confronto de Sophie contra o tal Templo. Essa organização antiga está bem decadente, e é algo natural de ser imaginado. Organizações secretas perderiam membros e se tornariam decrépitas. Usaram um conceito parecido em Preacher e também na Ordem de São Dumas. Todas essas organizações são críticas veladas ao cristianismo, visto como algo retrógrado e que eventualmente será vencido pelo tempo e pelo inevitável progresso das eras esclarecidas. Curioso notar como a história do Vaticano contradiz parte disso. Foi interessante notar também o momento que Promethea agiu de maneira colérica, se comparou com Jesus e por pouco não cogitou matar crianças. Ao fim da história, ela opta por aprender magia com o "cajado". O preço: sexo.
Planetary #24 é um gigantesco "expository dump", onde uma parte das edições anteriores da série são recapitulados. Uma grande teoria unificada desse mundo é revelada. O grande confronto final contra os Quatro e ainda a chance de resgatarem Ambrose. Os tais discos empilhados teriam um tipo de vestígio de pura energia que poderia ser comparado ao paraíso, onde o tempo não existiria. Conceito familiar para quem leu documentos classificados da CIA sobre universos em formato de hologramas.