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    Os Analectos - Analectos

    Confúcio

    L&PM
    2006
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-10: 8525415634
    Português Brasileiro
    3.9
    397 avaliações
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    Favoritos29Desejados760Avaliaram397

    Os ensinamentos de Confúcio (551-479 a.C.) – tão lidos na China ao longo do tempo como a Bíblia foi no Ocidente – estão reunidos em Os analectos, trabalho de compilação realizado por seus discípulos. O grande pensador chinês, mais do que uma filosofia, criou uma diferenciada visão de vida, na qual o ponto central é o homem moralmente ideal. Os vinte livros que compõem o Lun yü, comumente conhecido como Os analectos, reúnem um conjunto de elevados valores éticos que conduzem o homem na busca da excelência moral, a partir do cultivo de princípios como benevolência, sabedoria e coragem. Confúcio teve ainda em a vida a reputação de sábio. Embora fosse de descendência nobre, nasceu em circunstâncias bastante humildes no reino de Lu, na atual província de Shantung. Após um afastamento de dez anos, retornou à cidade natal, onde passou o resto da vida ensinando a um grupo de talentosos e devotados discípulos sobre o conceito central de sua vida, o chün tzu: um homem cujo caráter contém a virtude da benevolência e cujos atos estão de acordo com os ritos e a retidão. Esta edição se baseia na tradução do chinês para o inglês por D. C. Lau que, juntamente com um grupo de especialistas, reuniu e analisou os ensinamentos de Confúncio. Esse trabalho conjunto resultou em uma versão comentada, que conta ainda com um glossário de nomes de pessoas e lugares citados ao longo do texto e três apêndices: o primeiro, sobre a vida de Confúcio, acompanhado de uma cronologia; o segundo, sobre os discípulos responsáveis pela compilação do texto, e o terceiro, sobre a historiografia de Os analectos.

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    Clio30/10/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Os Analectos de Confúcio são uma coletânea de casos, ditos e ideias atribuídos ao célebre filósofo chinês, seus alunos e contemporâneos, pois vários dos aforismos são referentes a pensamentos contrários ou contos moralizantes de cunho popular. As ideias principais giram em torno da benevolência (característica mais frequente atribuída ao cavalheiro), da obediência hierárquica (social e governamental) e da anticorrupção - embora, não seja esclarecida em nenhum momento a definição de corrupção. De fato, não há definição de conceitos em nenhuma parte, talvez isso seja parte da epistemologia de Confúcio, mas não há notas sobre isso. Cada observação é numerada e referida como pode se supor que seja no texto original - não há muitas notas do tradutor e algumas coisas soam positivamente ilógicas pela visão estrutural de frase, texto e contexto. Isso pode dificultar a compreensão de algumas partes, porém em sua inteireza, ainda é uma obra relativamente simples de acompanhar. Recomendo para quem se interessa em saber um pouco mais sobre a cultura oriental ou está procurando material base como referência.

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    3.9 / 397
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    孔夫子

    Confúcio (em chinês: 孔子, pinyin: Kǒngzǐ; Tsou, 551 a.C. - Qufu, 479 a.C.) é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tse (chinês: 孔夫子; pinyin: Kǒng Fūzǐ, literalmente "Mestre Kong"). Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas sobre a China mas também sobre toda a Ásia oriental. A sua filosofia enfatizava a moralidade pessoal e governamental, a exatidão nas relações sociais, a justiça e a sinceridade. Estes valores ganharam destaque na China sobre outras doutrinas, como o Legalismo (法家) ou o Taoísmo (道家) durante a Dinastia Han(206 a.C. - 220 d.C.). O confucionismo foi introduzido na Europa pelo j

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    Lu, China

    孔夫子