Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores932
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Criação de um papel -

    Constantin Stanislavski

    Civilização Brasileira
    1984
    319 páginas
    10h 38m
    ISBN-10: 8520002676
    Português Brasileiro
    4.2
    115 avaliações
    Leram286Lendo49Querem582Relendo3Abandonos12Resenhas4
    Favoritos14Desejados582Avaliaram115

    O terceiro volume de uma trilogia tanto para os que atuam e dirigem, quanto para os que apenas estudam teatro. Os admiradores de A preparação do ator e de A construção da personagem apreciarão muitíssimo A criação de um papel. Neste livro, Stanislavski dedica-se a estudar “a preparação de papéis específicos, a partir da primeira leitura da peça e do desenvolvimento da primeira cena”, dissecando todo o trabalho que um ator deve executar para esquecer sua própria individualidade e assumir outra ― aquela à qual vai dar vida no palco. A criação de um papel foi traduzido da edição americana pelo crítico e diretor teatral Pontes de Paula Lima, divulgador no Brasil dos processos cênicos criados por Stanislavski. Quer concordando, quer discordando da obra, no todo ou em algumas partes, é impossível não nos sentirmos estimulados e enriquecidos por ela.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Neno picture
    Neno16/04/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    “Não é sem motivo que nossa palavra “drama” é derivada da palavra grega, que significa “eu faço”.

    Explorar cada vez mais sua própria natureza também é talvez, a melhor forma de multiplicar almas. Com o acaso imposto e a adaptabilidade natural, somos coagidos a exercitar essa multiplicação que vem percorrendo um longuíssimo caminho de refinamento, desde a heresia à estruturação de uma moral fugaz que batalha para descobrir as mais sublimes formas de expressar nossa escala insuficiente. Stanislavski encerra sua coletânea submetendo suas incorporações a mais práticas psicotécnicas e as avaliando equitativamente no aspecto mais importante: atingir o momento da criação através da vivacidade. A própria vivacidade, responsável por florescer uma vertente profunda que visa suprir o sentimento de distância: A filosofia existencialista. Nietzsche, um dos pais dessa vertente diz: O que importa não é a vida eterna, mas a eterna vivacidade das alegrias sem futuro. O diretor também reforça sobre a importância das tentações, entenda: “Uma cópia ruim de um bom modelo é pior do que um bom original de traçado medíocre”. O aguçamento da dualidade visa sintetizar a deliberada lógica de pensamento no ator para que haja poucas, senão nenhuma sugestão externa sobre a correlação de seus sentimentos pessoais e as formas escolhidas para ultrapassar de forma convincente o desafio renascentista: o controle da promiscuidade e resoluções práticas do mistério impetrado na raiz de cada expressão. Em suma, o trabalho consiste em ajustes contínuos como autoanálise induzida, acentuação perceptível nas amálgamas, respeito à sequência criativa e o desenvolvimento do subtexto lógico nos aspectos acessíveis. Com isso, o diretor crê no florescimento do “cogito ergo sum”, ou seja, o modo de vida que amplia a paixão humana e penetra de forma indireta no reino do subconsciente para decodificar o “superobjetivo” no espetáculo. Como diz Shakespeare em Hamlet: “What a piece of work is man”. Link para meus grifados: https://drive.google.com/file/d/1Kdtl3PYhUlJvFLsRqGV_t8hhyFoMvM5W/view?usp=share_link

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 115
    • 5 estrelas45%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%
    Konstantin Sergeievich Alekseiev profile picture

    Konstantin Sergeievich Alekseiev

    Foi um ator, diretor, pedagogo e escritor russo de grande destaque entre os séculos XIX e XX. Vindo de uma família de comerciantes abastados, seu pai construiu um pequeno teatro dentro de sua própria casa, onde haviam apresentações de peças para o seleto grupo de amigos da família, bem como encontros de intelectuais conhecidos da época. Aos 25 anos, Stanislavski passa a ser um dos fundadores, junto com Fiédotov dentre outras personalidades, da Sociedade Literária de Moscou, pois havia a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre a arte teatral. Apesar de lhe ter proporcionado certo destaque como ator e diretor, este empreendimento já não lhe era mais suficiente, pois a falta de autonomia financeira o estava levando a arcar do próprio bolso com as despesas, fazendo com que deixasse a sociedade. Dentre seus vários métodos de atuação, alguns deles foram levados mais afundo, resultando em uma série de exercícios e técnicas dos quais foram chamados mais tarde de “Sistema”, por Constantin Stanislavski.

    9 Livros
    29 Seguidores
    Distrito Federal, Rússia

    Konstantin Sergeievich Alekseiev