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    Aventuras na História Nº 36 (Agosto de 2006) - Guerra Santa - A grande revolulção do Islã

    Abril

    Abril
    2006
    66 páginas
    2h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    6 avaliações
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    Favoritos1Desejados5Avaliaram6

    Menos de 200 anos depois da morte de Maomé, os muçulmanos conquistaram pela força da fé e da espada um império que ia da Europa até a China.

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    R .31/07/2019Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Agosto de 2006

    Nessa edição ocorreram mudanças, expressas na redução da seção de curiosidades históricas e aumento das reportagens em estética mais formal. O que lamentei foi o fim da seção 'Páginas Amarelas'. Era um exercício de imaginação e criticidade legal, gostando ou não do que apresentava. 'Marcha por Alá' - Reportagem de capa, sobre a expansão do Islã (não sabia que significa 'submissão') a partir de Maomé. Algo que ficou notório, é que o movimento expansionista, assim como aconteceu no Cristianismo quando se misturou com o Estado, esteve ligado ao uso da espada, conquista e imposição, num jogo pelo poder, onde interesses políticos e escusos sobrepunham os espirituais. 'A magia de Stradivarius' - Sobre o maior luthier da história, que no século 18 fez violinos e outros instrumentos de cordas, considerados os melhores do mundo, alguns existentes ainda hoje, valendo fortunas. Destes, o mais famoso e valioso é o violino chamado Messias. O valor está relacionado à técnicas incomparáveis do luthier, que Stradivari não passou para nenhum discípulo. 'Lei que mata' - Aborda o histórico da sentença de morte no país. Nos idos início da colonização teve episódios grotescos de amarrarem condenados na frente de canhão e literalmente explodi-los diante de todos, visando o terror. Depois se padronizou a forca para a ralé e degola para os que fossem considerados nobres (tendo muitas exceções), e também fuzilamentos. Talvez o mais famoso tenha sido o do Frei Caneca (líder revolucionário no Nordeste), que ocorreu porque os carrascos da forca se negaram à execução. Foi relatado também uma história envolvendo o Padre José de Anchieta, em que recomendou a morte e auxiliou na execução de um condenado. Essa história de pena de morte costuma vir a tona quando o povo vê nisso uma sentença que considera justa, diante de desdobramentos da lei que percebe ineficientes e brandos. Radicalismo que não concordo. Na dica de leitura, o registro vai para 'Primeiras cartas do Brasil - 1551-1555', compilação de dez missivas escritas por jesuítas, organizada por Sheila Moura Hue. Tem relatos fantásticos, como as primeiras expedições nos sertões e chegada dos jesuítas à Bahia.

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